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Bula simplificada

Bula de Meloxicam

Resumo estruturado baseado na bula oficial registrada na Anvisa.

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Bula oficial em PDF · Paciente

Documento registrado na Anvisa para LOXAM

Como Meloxicam funciona no organismo?

Da bula oficial · LOXAM

Loxam® apresenta propriedades anti-inflamatórias contra dor e febre. Ele age inibindo preferencialmente
o funcionamento da enzima responsável pela inflamação, COX-2, e da COX-1 em menor extensão. O
tempo médio para o início da ação é de 80 a 90 minutos após a ingestão.

Como usar Meloxicam? Qual a dose?

Resumo baseado na bula · INICOX DP

Passos para o modo de uso e posologia

  • Uso geral: Administrar 1 comprimido de 15 mg uma vez ao dia, nos três dias que antecedem a menstruação e nos dois primeiros dias menstruais. A dose diária não deve exceder a 15 mg.
  • Pacientes com elevado risco de eventos adversos: Recomenda-se iniciar o tratamento com 7,5 mg por dia (metade de um comprimido).
  • Pacientes com insuficiência renal grave sob hemodiálise: A dose diária não deve ultrapassar 7,5 mg (metade de um comprimido).

Instruções adicionais: Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Quem não deve usar Meloxicam?

Da bula oficial · LOXAM

Você não deve usar Loxam® se tiver alergia a qualquer componente da fórmula, se teve asma, pólipos
nasais (obstrução), inchaço da língua, lábios e garganta ou placas elevadas na pele, geralmente com
coceira, após o uso de ácido acetilsalicílico ou outros anti-inflamatórios.
Você também não deve usar Loxam® se tiver úlcera ou perfuração gastrintestinal ativa ou recente; doença
inflamatória intestinal ativa (doença de Crohn ou colite ulcerativa); sangramento gastrointestinal ativo,
sangramento cerebrovascular recente ou distúrbios de sangramento sistêmico estabelecidos; mau
funcionamento grave do fígado e dos rins (não dialisáveis); mau funcionamento grave e não controlado
do coração e intolerância à galactose (contém lactose).
Loxam® é contraindicado para tratamento da dor após cirurgia de revascularização do miocárdio ou
angioplastia.
Este medicamento é contraindicado para menores de 12 anos.
Este medicamento é contraindicado durante a gravidez e amamentação.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do
cirurgião-dentista.

Quais os cuidados ao usar Meloxicam?

Da bula oficial · LOXAM

Podem ocorrer ulceração, perfuração ou sangramento do aparelho digestivo (podendo ser fatal), a
qualquer momento, durante o tratamento com meloxicam, mesmo que você não tenha sintomas prévios
ou antecedentes de problemas digestivos graves. As consequências desse tipo de evento são mais graves
em idosos.
Se você tiver antecedentes de doenças do aparelho digestivo deve ter cuidado ao usar meloxicam. Caso
apresente sintomas digestivos, você deve ser monitorado durante o uso de Loxam®. Se ocorrer úlcera ou
sangramento das vias digestivas, o tratamento deve ser interrompido.
Também se deve ter cautela com pacientes que estejam em tratamento com anticoagulantes
(medicamentos para “afinar” o sangue).
Foram relatados raramente casos de reações graves da pele, algumas delas fatais, que incluem dermatite
esfoliativa (pele avermelhada, escamativa, espessa), Síndrome de Stevens-Johnson e Necrólise
Epidérmica Tóxica (manifestações graves da pele com aparecimento de bolhas, febre, dor, mal-estar geral
e outros sintomas). Supõe-se que o maior risco dessas reações ocorra durante o início do tratamento,
geralmente no primeiro mês.
Caso ocorra lesão na pele ou mucosa (como a boca) ou outro sinal de alergia, o tratamento com Loxam®
deve ser imediatamente interrompido.
O uso de Loxam® pode aumentar o risco de formação grave de coágulos dentro dos vasos sanguíneos,
bem como de infarto e derrame, que podem ser fatais. Esse risco pode aumentar se o tratamento for
prolongado ou no caso de o paciente apresentar fatores de risco ou problemas de coração e circulação.
Pacientes idosos, desidratados, com Insuficiência Cardíaca Congestiva (mau funcionamento do coração),
cirrose hepática (substituição das células saudáveis do fígado por tecido fibroso sem função), Síndrome
Nefrótica (doença dos rins com perda de proteínas pela urina), mau funcionamento dos rins, em
tratamento com diuréticos (como hidroclorotiazida, espironolactona, furosemida), inibidores da ECA –
enzima conversora da angiotensina (como captopril, enalapril) e outros medicamentos para controlar a
pressão arterial (como telmisartana, valsartana), ou com baixo volume sanguíneo após cirurgia de grande
porte, têm risco de complicações renais com o uso de Loxam® e devem ser monitorados no início do
tratamento.

Loxam® – comprimido - Bula para o paciente 3
Em casos raros, meloxicam pode provocar doenças renais. Se você tem insuficiência renal grave e está
em tratamento com hemodiálise, a dose de Loxam® não deve ser maior que 7,5mg por dia.
Se você estiver debilitado ou desnutrido, pode ter menor tolerância ao produto e precisará de supervisão
adequada. Idosos precisam de cuidado especial, pois as funções dos rins, do fígado e do coração podem
estar alteradas.
Loxam® pode causar retenção de água e sais minerais, ocasionando inchaço, e diminuir o efeito dos
diuréticos, desencadeando ou piorando o mau funcionamento do coração, ou ainda, pressão alta em
pacientes com predisposição.
Se você estiver usando Loxam®, os sintomas iniciais de uma infecção poderão passar despercebidos.
Loxam® comprimido contém lactose. Por isso, se você tiver condição hereditária rara de intolerância à
galactose, p. ex.: galactosemia, não deverá tomar este medicamento.
Durante o tratamento você poderá apresentar reações indesejadas, relacionadas ao sistema nervoso, como
visão borrada, tontura, vertigem ou sonolência. Portanto, você deve ter cautela ao dirigir veículos ou
operar máquinas e evitar tais tarefas potencialmente arriscadas caso você apresente estas reações.
Fertilidade, gravidez e lactação
Você não deve tomar Loxam® se estiver tentando engravidar ou em investigação de infertilidade, pois o
medicamento pode prejudicar sua fertilidade.
Este medicamento é contraindicado durante a gravidez e amamentação.
O uso de Loxam® durante a gravidez pode causar aumento do risco de aborto, malformação do bebê,
aumento do sangramento e inibição das contrações uterinas na mãe. Você não deve usar Loxam® durante
a amamentação, pois existe a possibilidade deste medicamento passar para o leite materno.
Uso contraindicado no aleitamento ou na doação de leite humano. Este medicamento é
contraindicado durante o aleitamento ou doação de leite, pois pode ser excretado no leite humano e
pode causar reações indesejáveis no bebê. Seu médico ou cirurgião-dentista deve apresentar
alternativas para o seu tratamento ou para a alimentação do bebê.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do
cirurgião-dentista.

Quais os efeitos colaterais de Meloxicam?

Da bula oficial · LOXAM

O uso de meloxicam com medicamentos antidiabéticos orais (sulfonilureias, nateglinida), pode levar ao
aumento destes fármacos e do meloxicam no organismo. O médico deve monitorar cuidadosamente os
pacientes que utilizam meloxicam com sulfonilureias ou nateglinida, pois pode ocorrer hipoglicemia.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
Atenção: Contém lactose (tipo de açúcar) abaixo de 0,25g/ comprimido.
Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-
galactose
Este medicamento é contraindicado em caso de suspeita de dengue, pois pode aumentar o risco de
sangramentos.
Não use este medicamento caso tenha problemas no estômago.
Não tome este medicamento por período maior do que está recomendado na bula ou recomendado
pelo médico, pois pode causar problemas nos rins, estômago, intestino, coração e vasos sanguíneos.

Meloxicam interage com outros medicamentos?

Da bula oficial · LOXAM

medicamentos:
– Outros medicamentos que atuam nas prostaglandinas (como corticoides e ácido acetilsalicílico):
podem aumentar o risco de úlceras e sangramento gastrintestinais. Você não deve usar meloxicam
juntamente com outros anti-inflamatórios (como ácido acetilsalicílico, diclofenaco de sódio, nimesulida);
– Anticoagulantes orais (como varfarina), heparina parenteral (como enoxaparina), trombolíticos
(como estreptoquinase): podem aumentar o risco de sangramento. Caso seja imprescindível a utilização
deste tipo de medicamento, esta só deve ser feita com rigoroso acompanhamento médico dos seus efeitos
na coagulação;
- Antiplaquetários (como dipiridamol, ticlopidina, clopidogrel) e inibidores seletivos de recaptação
de serotonina (ISRS – medicamentos para depressão – como fluoxetina, paroxetina, sertralina):
aumento do risco de sangramento via inibição da função das plaquetas;
– lítio (usado para tratamento psiquiátrico): pode haver aumento das concentrações de lítio no sangue,
podendo chegar a níveis tóxicos. Se essa combinação for necessária, as concentrações plasmáticas de lítio
devem ser cuidadosamente monitoradas durante o início, ajuste e interrupção da administração de
meloxicam;
– metotrexato (usado, por exemplo, para tratar artrites): pode haver aumento da concentração sanguínea
de metotrexato; por isso não é recomendado o uso com altas doses de metotrexato (maior que 15mg) ou

Loxam® – comprimido - Bula para o paciente 4
em pacientes com doses mais baixas, mas com problemas da função renal. Se o uso combinado for
realmente necessário, o médico deve monitorar a contagem de células sanguíneas e a função renal. O uso
concomitante no período de 3 dias pode aumentar a toxicidade do metotrexato;
– Anticoncepcionais: pode ocorrer a diminuição da eficácia do DIU (dispositivo intrauterino);
– Diuréticos (como hidroclorotiazida, espironolactona, furosemida): pode aumentar o risco de
problemas renais graves em pacientes desidratados. Se o uso for combinado, o médico deve monitorar a
função renal antes de iniciar o tratamento;
– Anti-hipertensivos (para pressão alta, como atenolol, captopril, enalapril, isossorbida,
anlodipino): pode haver diminuição do efeito dos anti-hipertensivos;
– Medicamentos usados na pressão alta e problemas cardíacos (antagonistas da ECA, como
captopril, enalapril, e bloqueadores do receptor de angiotensina II, como telmisartana, valsartana):
pode aumentar o risco de lesão renal em pacientes com a função renal comprometida;
– colestiramina (para controle do colesterol): aumenta a eliminação de meloxicam, podendo diminuir o
efeito deste;
– ciclosporina (usada em certas doenças reumáticas e após transplantes): pode ocorrer aumento da
toxicidade nos rins pela ciclosporina. Durante o tratamento em conjunto, o médico deve monitorar a
função renal;
- pemetrexede: em casos de insuficiência renal moderada, se uma combinação de meloxicam com
pemetrexede for necessária, o médico deve monitorar cuidadosamente os pacientes, especialmente para

Como guardar Meloxicam?

Da bula oficial · LOXAM

Armazenar em temperatura ambiente ( de 15°C a 30ºC). Proteger da luz e umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Loxam® apresenta-se como comprimido circular, semiabaulado e amarelo.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você
observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Os comprimidos de Loxam® devem ser ingeridos com um pouco de água ou algum outro líquido,
juntamente com alimentos. A dose total diária de meloxicam deve ser tomada como uma dose única. A
dose diária máxima recomendada é 15mg.

Loxam® – comprimido - Bula para o paciente 5
Você deve seguir as doses recomendadas pelo seu médico. De modo geral são recomendadas as seguintes
doses:
Artrite reumatoide: 15mg por dia.
Conforme a resposta ao tratamento, seu médico poderá diminuir a dose para 7,5mg por dia.
Osteoartrite dolorosa: 7,5mg por dia.
Caso necessário seu médico poderá aumentar a dose para 15mg por dia.
Adolescentes: A dose máxima diária recomendada para adolescentes de 12 a 18 anos é de 0,25mg/kg e
não deve ultrapassar 15mg
Loxam® comprimido é contraindicado em crianças menores de 12 anos, porque ele não permite a dose
adequada em crianças desta faixa etária.
Em pacientes com maior risco de ter reações indesejáveis, como por exemplo, histórico de doenças do
trato digestivo ou que apresentam risco de doenças do coração, o tratamento pode ser iniciado com 7,5mg
ao dia.
O médico não precisa reduzir a dose em pacientes com insuficiência renal branda ou moderada. Loxam® é
contraindicado em pacientes com insuficiência renal grave, que não fazem diálise. Em pacientes com
insuficiência renal terminal em hemodiálise, a dose diária máxima não deve exceder 7,5mg.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Continue tomando as próximas doses regularmente no horário habitual. Não duplique a dose na próxima
tomada.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
– Reações comuns: cefaleia (dor de cabeça), dor abdominal, dispepsia (indigestão), diarreia, náusea
(enjoo) e vômitos.
– Reações incomuns: anemia, hipersensibilidade imediata (alergia), tontura, vertigem (sensação de
rotação), sonolência, aumento da pressão arterial, rubor facial (vermelhidão da face), hemorragia
gastrintestinal oculta ou macroscópica (sangramento do aparelho digestivo, podendo ser fatal), gastrite
(azia, dor e queimação do estômago), estomatite (inflamação da boca e gengiva), constipação (prisão de
ventre), flatulência (gases), eructação (arrotos), exames da função hepática e renal anormais (ex.:aumento
da transaminase ou bilirrubina; aumento da creatinina e/ou ureia séricas), edema angioneurótico (inchaço
da língua, lábios e garganta), rash (vermelhidão, descamação na pele), prurido (coceira), distúrbios
miccionais (problemas relacionados à dificuldade para urinar), edema (inchaço), atraso na ovulação.
– Reações raras: alteração de contagem de células do sangue, como diminuição dos glóbulos brancos
(leucopenia) e plaquetas (trombocitopenia), alteração do humor, distúrbio visual (inclusive visão
embaçada), conjuntivite (inflamação no olho), zumbido, palpitações, asma (em indivíduos alérgicos ao
ácido acetilsalicílico ou outros anti-inflamatórios), úlcera de estômago ou duodeno (podendo ser fatal),
colite (inflamação do intestino grosso) e esôfago (esofagite), Necrólise Epidérmica Tóxica (problemas
graves da pele com surgimento de bolhas e dor, febre, mal-estar geral), urticária (placas elevadas na pele,
geralmente com coceira).
– Reações muito raras: perfuração de úlceras localizadas no estômago ou no intestino (podendo ser fatal),
hepatite (inflamação do fígado), dermatite bolhosa e eritema multiforme (bolhas e ulcerações na pele e
mucosa), insuficiência renal aguda (mau funcionamento dos rins).
– Reações com frequência desconhecida: choque anafilático, reação anafilática, reação anafilactoide
(reação alérgica), confusão mental e desorientação, reação de fotossensibilidade (aumento da
sensibilidade à luz), infertilidade feminina (dificuldade para engravidar).
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis
pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

Loxam® – comprimido - Bula para o paciente 6
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO?

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