Bula simplificada
Bula de Imunoglobulina heteróloga contra toxina diftérica
Resumo estruturado baseado na bula oficial registrada na Anvisa.
Bula oficial em PDF · Paciente
Documento registrado na Anvisa para SORO ANTIDIFTERICO
Como Imunoglobulina heteróloga contra toxina diftérica funciona no organismo?
Da bula oficial · SORO ANTIDIFTERICO
O soro antidiftérico, quando aplicado no paciente com diagnóstico de difteria, age neutralizando a toxina
produzida pelo bacilo da difteria. Ao aplicar o soro antidiftérico, os anticorpos contidos no soro unem-se
especificamente à toxina e dessa forma neutralizam suas ações tóxicas sobre o organismo. O resultado do
tratamento com a aplicação das doses recomendadas é mais eficiente quanto mais cedo essas doses foram
administradas. As injeções devem ser aplicadas por via intravenosa de acordo com a gravidade da doença.
Descrição do texto de bula – paciente
(description package insert text – patient)
IB/ARE/DTX/BUL/PC/GOV/SDIF5FA1000UI 1.0 2 de 5
Quem não deve usar Imunoglobulina heteróloga contra toxina diftérica?
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- As contraindicações praticamente não existem, porém, a aplicação do soro antidiftérico deve ser feita em
condições de estrita observação médica pelo risco de reações alérgicas;
- O soro antidiftérico não é contraindicado na gravidez, mas o médico deve ser informado sobre essa
condição;
- Alimentação prévia e/ou ingestão de bebidas não contraindicam o emprego do soro antidiftérico, mas é
preciso cuidado maior devido ao risco de aspiração de vômitos.
Quais os cuidados ao usar Imunoglobulina heteróloga contra toxina diftérica?
Da bula oficial · SORO ANTIDIFTERICO
Este produto não deve ser utilizado sem acompanhamento médico. Pode ser perigoso à sua saúde.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Informe ao médico o aparecimento de reações indesejáveis.
O que fazer em caso de superdose de Imunoglobulina heteróloga contra toxina diftérica?
Da bula oficial · SORO ANTIDIFTERICO
Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações sobre como
proceder.
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Como guardar Imunoglobulina heteróloga contra toxina diftérica?
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O soro antidiftérico somente é encontrado em serviços de saúde de referência. Deve ser armazenado e
transportado à temperatura entre +2ºC a +8°C. Não deve ser colocado no congelador ou “freezer”; o
congelamento é estritamente contraindicado. Uma vez aberto o frasco-ampola, o soro deve ser usado
imediatamente.
PRAZO DE VALIDADE:
O prazo de validade do soro antidiftérico é de 36 meses a partir da data de fabricação, desde que mantido
sob refrigeração à temperatura entre +2ºC a +8°C. Esse prazo é indicado na embalagem e essa condição
deve ser respeitada rigorosamente.
Número de lote e data de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
ASPECTO FÍSICO:
O soro antidiftérico é uma solução límpida a levemente opalescente e incolor a ligeiramente amarelada.
Não deve ser usado se houver turvação ou presença de precipitado.
CARACTERÍSTICAS ORGANOLÉPTICAS
Vide “Aspecto Físico”.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utiliza-lo.
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Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
O soro antidiftérico está indicado em caso suspeito de difteria. Deve ser administrado pela via intravenosa,
diluído em soro fisiológico, cuja dosagem depende da gravidade da forma clínica:
FORMA LEVE (nasal, cutânea, amigdaliana): 40.000 UI; (4 frascos-ampola)
FORMA MODERADA (laringoamigdaliana ou mista): 60.000 a 80.000 UI; (6 a 8 frascos-ampola)
FORMA GRAVE OU TARDIA (4 dias de doença): 80.000 a 100.000 UI (8 a 10 frascos-ampola)
RECOMENDAÇÕES ESPECIAIS:
- O soro antidiftérico é um medicamento eficaz apenas para o tratamento da difteria;
- Antibioticoterapia deve ser introduzida como medicação auxiliar para eliminar o C. diphtheriae e, com
isso, interromper a produção da toxina diftérica;
- A interrupção do tratamento somente deverá ser efetuada com a orientação médica;
- Adultos e crianças recebem a mesma dose de soro para o tratamento da difteria.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
NÃO HÁ CONTRAINDICAÇÃO RELATIVA A FAIXAS ETÁRIAS.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Não se aplica
Em caso de dúvidas procure orientação do farmacêutico ou do seu médico ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR?
Reação muito comum (ocorre em 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): As reações
podem ocorrer até 24 horas após a administração do soro e, na maioria das vezes, são leves. Em geral,
ocorrem durante ou logo após sua infusão. Costumam ter início com uma sensação de coceira pelo corpo,
manchas avermelhadas na pele, vermelhidão no rosto, congestão nasal e/ou das conjuntivas, som
semelhante a um assobio agudo durante a respiração, tosse seca, náuseas, vômitos, cólicas abdominais e
diarreia. A interrupção da administração do soro nesse momento e o tratamento da manifestação alérgica
impedem a progressão do quadro alérgico. Após cessado o quadro de alergia, a administração do soro deve
ser novamente instituída até o término da aplicação da dose recomendada.
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Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): A Doença do
Soro é uma reação tardia que pode aparecer 5 a 24 dias após o tratamento com o soro. Os seus principais
sintomas são: febre baixa; manchas ou erupções avermelhadas na pele com coceiras; inchaço com dores
nas grandes articulações; ínguas. Se você apresentar algumas dessas manifestações, procure o seu médico
para o tratamento.
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): Durante o
uso do soro pode ocorrer febre alta (até 39ºC), acompanhada de calafrios e sudorese. Nesses casos, a infusão
deve ser interrompida e administrado um antitérmico. Após a melhora do quadro, a administração do soro
deve ser reinstituída. Caso haja recorrência do quadro, a solução que contém o soro deve ser desprezada e
preparada nova solução.
Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): O choque
anafilático ou o edema de glote são raros, mas podem ocorrer durante a administração do soro. Os sintomas
iniciais são sensação de formigamento nos lábios, palidez, falta de ar, som semelhante a um assobio agudo
durante a respiração, pressão baixa e desmaios. A aplicação do soro deve ser interrompida e o paciente
deve ser submetido ao tratamento imediatamente.
Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): Não
descrita na literatura.
PREVENÇÃO DAS REAÇÕES:
Informe ao médico se você já foi tratado (a) com soros heterólogos (antiofídicos, antitetânico, antidiftérico
ou antirrábico). Mesmo que não haja nenhum antecedente alérgico, a reação adversa pode ocorrer e o corpo
clínico estará pronto para fazer o atendimento no caso de aparecimento.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis
pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO?
