Bula simplificada
Bula de Fosfato dissódico de betametasona
Resumo estruturado baseado na bula oficial registrada na Anvisa.
Bula oficial em PDF · Paciente
Documento registrado na Anvisa para BETAPROSPAN
Como Fosfato dissódico de betametasona funciona no organismo?
Da bula oficial · BETAPROSPAN
BETAPROSPAN é uma associação de ésteres de betametasona que produzem efeito anti-inflamatório,
antialérgico a antirreumático.
A ação imediata é fornecida pelo fosfato dissódico de betametasona, que é rapidamente absorvido após a
administração. A ação prolongada é promovida pelo dipropionato de betametasona que, por ser de absorção
lenta, controla os sintomas durante longo período de tempo. O tamanho reduzido do cristal de dipropionato
de betametasona permite o uso de agulha de fino calibre (até calibre 25) para administração intradérmica e
intralesional.
BETAPROSPAN é uma suspensão aquosa injetável estéril de dipropionato de betametasona e fosfato
dissódico de betametasona. Cada mL de BETAPROSPAN contém 5 mg de betametasona como
dipropionato e 2 mg de betametasona como fosfato dissódico, em veículo estéril tamponado e conservado.
Os glicocorticoides, como a betametasona, causam profundos e variados efeitos metabólicos e modificam a
resposta imunológica do organismo a diversos estímulos.
Como usar Fosfato dissódico de betametasona? Qual a dose?
Da bula oficial · BETAPROSPAN
da posologia, o que é geralmente preferível à suspensão do tratamento farmacológico.
Quem não deve usar Fosfato dissódico de betametasona?
Da bula oficial · BETAPROSPAN
Este medicamento é contraindicado para pacientes que já tiveram qualquer alergia ou alguma reação
incomum como hipersensibilidade ao dipropionato de betametasona, fosfato de dissódico de betametasona,
a outros corticoides ou a qualquer um de seus componentes da fórmula. Também é contraindicado em
pacientes com infecções sistêmicas por fungos.
BETAPROSPAN não deverá ser administrado por via intramuscular em pacientes com púrpura
trombocitopênica idiopática.
Este medicamento é contraindicado para menores de 15 anos.
Quais os cuidados ao usar Fosfato dissódico de betametasona?
Da bula oficial · BETAPROSPAN
BETAPROSPAN não deverá ser usado por via intravenosa ou subcutânea. Técnica estritamente asséptica é
mandatória com uso de BETAPROSPAN.
Agite antes de usar.
Por se tratar de uma suspensão injetável o BETAPROSPAN deve ser aplicado por um profissional de
saúde.
BETAPROSPAN contém dois ésteres de betametasona, um dos quais, o fosfato dissódico de betametasona,
desaparece rapidamente do local da injeção. O potencial para efeitos sistêmicos produzidos por esta porção
solúvel de BETAPROSPAN deverá ser considerada pelo médico ao usar este preparado.
Após a administração intra-articular deverão ser tomadas precauções pelo paciente para evitar o uso
excessivo da articulação na qual foi obtido benefício sintomático.
A administração intramuscular de corticoides deverá ser feita profundamente em grandes massas
musculares para evitar atrofia tissular local.
As injeções em tecidos moles, intralesionais e intra-articulares podem produzir efeitos sistêmicos e locais.
É necessário o exame do líquido sinovial para excluir um processo infeccioso. Deve-se evitar a injeção
local em uma articulação previamente infectada. O aumento da dor e do edema local, restrição maior dos
movimentos articulares, febre e mal-estar são sugestivos da artrite séptica. Se a infecção for confirmada,
deverá ser instituída terapia antimicrobiana apropriada.
Corticosteroides não deverão ser injetados em articulações não estáveis, áreas infectadas ou espaços
intervertebrais. Injeções repetidas em articulações com osteoartrite podem aumentar a destruição articular.
Evitar injetar corticosteroides diretamente nos tendões devido a relatos de ruptura tardia do tendão.
3
Devido à ocorrência de raros casos de reações anafiláticas com o uso parenteral de corticoides, deverão ser
tomadas medidas apropriadas de precaução antes da administração, especialmente se o paciente apresentar
histórico de alergia medicamentosa.
Com o tratamento prolongado, deverá ser considerada a transferência da administração parental para a oral,
depois da avaliação dos potenciais benefícios e riscos.
Reajustes posológicos poderão ser necessários para remissões ou exacerbações do processo patológico,
conforme a resposta individual de cada paciente sob tratamento e quando ocorrer exposição do paciente a
situações de estresse, isto é, infecção grave, cirurgia ou traumatismo. Após o término de um tratamento
prolongado com corticoides em altas doses, poderá ser necessária monitorização por até um ano.
Os corticoides podem mascarar sinais de infecção, e novas infecções podem surgir durante o seu uso.
Quando os corticoides são usados, podem ocorrer diminuição da resistência e dificuldade de localizar o
sítio de uma nova infecção.
O uso prolongado de corticoides pode produzir catarata subcapsular posterior, especialmente em crianças,
glaucoma com possível dano ao nervo óptico, podendo ocorrer aumento da incidência de infecções oculares
secundárias devidas a fungos ou vírus.
Altas doses de corticoides podem causar elevação da pressão arterial e retenção hidrossalina, assim como
aumento da excreção de potássio. Esses efeitos ocorrem com menos frequência com os derivados sintéticos,
exceto quando usados em altas doses.
Deve ser considerada uma dieta com restrição a sal e suplementação de potássio. Todos os corticoides
aumentam a excreção de cálcio.
Enquanto em tratamento com corticosteroide, os pacientes não deverão ser vacinados contra varíola.
Alguns procedimentos de imunização não deverão ser realizados em pacientes recebendo corticosteroides,
principalmente em altas doses, devido ao provável risco de complicações neurológicas e falta de resposta
por anticorpos. Quando o corticosteroide estiver sendo utilizado como terapia de reposição (Ex.: Doença de
Addison), os procedimentos de imunização poderão ser realizados normalmente.
Pacientes em uso de doses imunossupressoras de corticosteroides deverão ser alertados a evitar a exposição
a pessoas portadoras de varicela ou sarampo, e, se forem expostas, deverão procurar orientação médica,
principalmente no caso de crianças.
O tratamento com corticosteroides em pacientes com tuberculose ativa deverá ser restrito aos casos de
tuberculose fulminante ou disseminada, nos quais o corticosteroide é usado em associação com um
esquema antituberculoso apropriado.
Se os corticoides forem indicados em pacientes com tuberculose latente ou com reatividade tuberculina,
será necessária uma observação cuidadosa, uma vez que poderá ocorrer reativação da doença. Durante
tratamento prolongado, estes pacientes deverão receber quimioprofilaxia. O uso da rifampicina no
programa de quimioprofilaxia, devido ao seu efeito de estimulação da depuração dos glicocorticoides,
poderá impor um reajuste na dose empregada.
A menor dose possível de corticoide deverá ser usada para controlar a condição sob tratamento. Quando a
redução da dose for possível, deverá ser gradual.
Insuficiência adrenocortical secundária, induzida pelo medicamento, poderá resultar da retirada muito
rápida do corticoide, podendo ser minimizada pela redução gradual da dose. Essa insuficiência poderá
persistir por meses após a descontinuação do tratamento, portanto, se ocorrer estresse durante este período,
a corticoterapia deverá ser reinstituída. Se o paciente já estiver recebendo corticosteroides, a dose deverá
ser aumentada. Uma vez que a secreção mineralocorticoide pode estar prejudicada, devem ser
administrados sal e/ou mineralocorticosteroides concomitantemente.
Os efeitos dos corticoides são aumentados em pacientes com hipotireoidismo e em pacientes com cirrose
hepática.
Aconselha-se cautela ao se usar corticoides em pacientes com herpes simples ocular devido à possibilidade
de perfuração da córnea.
Podem ocorrer transtornos psíquicos com a terapia corticosteroide. Os corticoides podem agravar
instabilidade emocional ou tendências psicóticas preexistentes.
Corticoides deverão ser usados com cautela em colite ulcerativa não especificada, quando houver
probabilidade de perfuração iminente, abcesso ou outra infecção piogênica, em diverticulite, anastomose
intestinal recente, úlcera péptica ativa ou latente, insuficiência renal, hipertensão arterial, osteoporose e
miastenia gravis.
Como as complicações do tratamento com corticosteroides são dependentes da dose e duração do
tratamento, uma decisão baseada na relação risco/benefício deverá ser tomada para cada caso individual.
O crescimento e desenvolvimento de crianças e lactentes fazendo uso prolongado de corticoides deverão
ser acompanhados cuidadosamente, pois pode haver distúrbio no crescimento e inibição da produção
endógena de cortisol.
O tratamento com corticosteroides pode alterar a motilidade e o número de espermatozoides.
4
A administração intra-articular e/ou intralesional pode produzir efeitos sistêmicos e locais, o que deverá ser
levado em consideração em pacientes tratados concomitantemente com corticosteroides oral e/ou
parenteral.
Uso durante a gravidez e lactação
Como não foram feitos estudos controlados de reprodução humana com corticosteroides, o uso de
BETAPROSPAN durante a gravidez ou em mulheres em idade fértil exige que os possíveis benefícios do
fármaco sejam pesados contra os potenciais riscos para a mãe, o feto e o lactente. Crianças nascidas de
mães que receberam doses substanciais de corticoides durante a gestação deverão ser observadas
cuidadosamente para a detecção de sinais de hipoadrenalismo.
Devido à possibilidade de surgirem efeitos adversos indesejáveis com o uso do BETAPROSPAN em
lactentes, deverá ser tomada a decisão de descontinuar a amamentação ou o tratamento, levando-se em
consideração a importância do medicamento para a mãe.
Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao
médico se você estiver amamentando.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do
cirurgião-dentista.
Uso contraindicado no aleitamento ou na doação de leite humano: este medicamento é
contraindicado durante o aleitamento ou doação de leite, pois é excretado no leite humano e pode
causar reações indesejáveis no bebê. Seu médico ou cirurgião-dentista deve apresentar alternativas
para o seu tratamento ou para a alimentação do bebê.
Este medicamento pode causar doping.
Fosfato dissódico de betametasona interage com outros medicamentos?
Da bula oficial · BETAPROSPAN
Interações medicamento – medicamento
O uso concomitante de fenobarbital, rifampicina, fenitoína ou efedrina pode aumentar o metabolismo do
corticosteroide, reduzindo, assim, seus efeitos terapêuticos.
Pacientes que estejam recebendo corticosteroides e estrogênios concomitantemente deverão ser observados
devido a possível ocorrência de exacerbação dos efeitos dos corticosteroides.
O uso concomitante de corticosteroides com diuréticos depletores de potássio pode aumentar a hipocalemia
(diminuição de potássio no sangue).
O uso concomitante de corticoides com glicosídeos cardíacos pode aumentar a possibilidade de arritmias ou
intoxicação digitálica associada à hipocalemia.
Os corticoides podem aumentar a depleção de potássio causada pela anfotericina B. Em todos os pacientes
em uso de digitálicos, diuréticos depletores de potássio e anfotericina B, as concentrações dos eletrólitos
séricos, principalmente os níveis de potássio, deverão ser monitorizadas cuidadosamente.
O uso concomitante de corticosteroides com anticoagulantes cumarínicos pode aumentar ou diminuir os
efeitos anticoagulantes, havendo necessidade de ajustes posológicos.
Os corticosteroides podem diminuir as concentrações sanguíneas dos salicilatos. O ácido acetilsalicílico
deve ser utilizado com cuidado em associação aos corticosteroides em pacientes com hipoprotrombinemia
(alteração sanguínea que altera a coagulação do sangue). Quando os corticosteroides forem administrados a
diabéticos, poderão ser necessários reajustes posológicos dos hipoglicemiantes orais e da insulina.
Terapia concomitante com glicocorticoides pode inibir a resposta à somatotropina.
Interações medicamento-álcool
Os efeitos combinados de anti-inflamatórios não esteroides ou álcool com corticoides podem resultar em
aumento da ocorrência ou da gravidade de ulcerações gastrintestinais.
Interações medicamento-exames laboratoriais
Os corticoides podem afetar o teste de “nitroblue tetrazolium” para infecção bacteriana e produzir
resultados falso-negativos.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você estiver fazendo uso de algum outro
medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.
5
Este medicamento contém álcool benzílico, que pode ser tóxico, principalmente para recém-nascidos
e crianças de até 3 anos.
O que fazer em caso de superdose de Fosfato dissódico de betametasona?
Da bula oficial · BETAPROSPAN
muito elevadas, alguns dias de dosagem excessiva não parecem produzir resultados prejudiciais na ausência
de contraindicações específicas, como em pacientes com diabetes mellitus, glaucoma, úlcera péptica ativa
ou em pacientes que estejam fazendo uso de medicamentos como digitálicos, anticoagulantes cumarínicos
ou diuréticos depletores de potássio.
Tratamento
8
Complicações resultantes dos efeitos metabólicos dos corticosteroides ou dos efeitos deletérios da doença
de base, ou concomitante, ou resultante de internações medicamentosas deverão ser tratadas
apropriadamente.
Manter ingestão adequada de líquidos e monitorizar os eletrólitos séricos e urinários, com especial atenção
ao balanço de sódio e potássio. Tratar o desequilíbrio eletrolítico, se necessário.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e
leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de
mais orientações.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO
Registro: 1.0497.0188
Registrado por:
UNIÃO QUÍMICA FARMACÊUTICA NACIONAL S/A
Rua Cel. Luiz Tenório de Brito, 90
Embu-Guaçu – SP – CEP: 06900-095
CNPJ: 60.665.981/0001-18
Indústria Brasileira
Produzido por:
UNIÃO QUÍMICA FARMACÊUTICA NACIONAL S/A
Pouso Alegre – MG
Indústria Brasileira
SAC 0800 011 1559
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 04/12/2025.
9
Anexo B
Histórico de Alteração para a Bula
10
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de Bula Versões
(VP / VPS) Apresentações relacionadas
01/2026
Gerado no
momento do
protocolo
10450 - SIMILAR –
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula -
publicação no
Bulário RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
4. O QUE DEVO
SABER ANTES DE
USAR ESTE
MEDICAMENTO?
5. ADVERTÊNCIAS E
Como guardar Fosfato dissódico de betametasona?
Da bula oficial · BETAPROSPAN
Manter o produto em sua embalagem original e conservar em temperatura ambiente (entre 15º e 30ºC);
proteger da luz.
Mantenha a ampola no interior da caixa até o momento do uso.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Aspecto físico: suspensão branca homogênea.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você
observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Para administração intramuscular, intra-articular, periarticular, intrabúrsica, intradérmica,
intralesional e em tecidos moles.
Não está indicado para uso intravenoso ou subcutâneo.
Este produto só poderá ser injetado por via intramuscular profunda na região glútea usando
exclusivamente agulha calibre 30/7.
Por se tratar de uma suspensão injetável o BETAPROSPAN deve ser aplicado por um profissional de
saúde. Agite antes de usar. Técnica estritamente asséptica é mandatória para o uso do produto.
As necessidades posológicas são variáveis e deverão ser individualizadas com base na doença específica, na
gravidade do quadro e na resposta do paciente ao tratamento.
A dose inicial deverá ser mantida ou ajustada até que uma resposta satisfatória seja obtida. Se uma resposta
clínica satisfatória não ocorrer após um período de tempo razoável, o tratamento com BETAPROSPAN
deverá ser descontinuado e deverá ser iniciada outra terapia apropriada.
Administração sistêmica - para o tratamento sistêmico, BETAPROSPAN deverá ser iniciado com 1 a 2
mL na maioria das condições, repetindo-se a terapia, quando necessário. A administração é através de
injeção intramuscular (IM) profunda na região glútea. A dosagem e a frequência das administrações irão
depender da gravidade da condição do paciente e da resposta terapêutica. Em doenças graves, como lúpus
eritematoso sistêmico ou estado de mal asmático já controlados por medidas de emergência, 2 mL poderão
ser necessários inicialmente.
Grande variedade de condições dermatológicas respondem a administração IM de corticoides. Uma injeção
de 1 mL, repetida de acordo com a resposta terapêutica, foi considerada como eficaz.
Em doenças do trato respiratório, o início da melhora dos sintomas ocorre dentro de poucas horas após a
injeção intramuscular de BETAPROSPAN. O controle efetivo dos sintomas com 1 a 2 mL é obtido na asma
brônquica, febre do feno, bronquite alérgica e rinite alérgica.
No tratamento da bursite aguda ou crônica, resultados excelentes foram obtidos com 1 a 2 mL de
BETAPROSPAN administrados por via intramuscular, repetidos se necessário.
Administração local - o uso de anestésicos locais raramente é necessário. Se isto for desejável,
BETAPROSPAN poderá ser misturado (na seringa e não no frasco) com lidocaína ou procaína 1% a 2% ou
anestésicos locais similares. Devem ser evitadas formulações que contenham metilparabeno,
propilparabeno e fenol.
A dose necessária de BETAPROSPAN é transferida para a seringa e, em seguida, o anestésico. A mistura
na seringa deve ser agitada levemente.
Em bursites agudas subdeltoides, subcromiais, olecraniais e pré-patelares, uma injeção intrabúrsica de 1 a 2
mL de BETAPROSPAN poderá aliviar a dor e restaurar a completa movimentação dentro de poucas horas.
A bursite crônica poderá ser tratada com doses reduzidas, assim que os sintomas agudos estejam
controlados. Em tenossinovite aguda, tendinite e peritendinite, uma injeção de BETAPROSPAN poderá
6
trazer alívio. Em formas crônicas destas doenças, poderão ser necessárias injeções repetidas, de acordo com
as necessidades do paciente.
Após administração intra-articular de 0,5 mL a 2 mL de BETAPROSPAN, ocorre alívio da dor, da
sensibilidade e rigidez associadas à osteoartrite e à artrite reumatoide dentro de 2 a 4 horas. A duração do
alívio, que varia amplamente nas duas condições, é de 4 semanas ou mais, na maioria dos casos.
Uma injeção intra-articular de BETAPROSPAN é bem tolerada pela articulação e pelos tecidos
periarticulares. As doses recomendadas para injeção intra-articular são:
- grandes articulações (joelho, bacia, ombro): 1 – 2 mL
- médias articulações (cotovelo, punho, tornozelo): 0,5 – 1 mL
- pequenas articulações (pé, mão, tórax): 0,25 – 0,5 mL
Afecções dermatológicas poderão responder à administração intralesional de BETAPROSPAN. A resposta
de algumas lesões não tratadas diretamente poderá ser devida a um leve efeito sistêmico do fármaco. No
tratamento intralesional, é recomendada uma dose intradérmica de 0,2 mL/cm² de BETAPROSPAN
distribuída igualmente com uma seringa do tipo tuberculina e agulha de calibre 26. A quantidade total de
BETAPROSPAN aplicada em todas as áreas não deverá exceder 1 mL por semana.
BETAPROSPAN poderá ser usado eficazmente em afecções do pé que sejam suscetíveis aos corticoides.
Bursite sob heloma (espessamento de uma das camadas da pele) duro ou mole poderá ser controlada com
duas injeções sucessivas de 0,25 mL cada. Em algumas condições, como hallux rigidus, 5º dedo varo e
artrite gotosa aguda, a melhora dos sintomas poderá ser rápida. Uma seringa do tipo tuberculina e uma
agulha de calibre 25 são adequadas para a maioria das injeções. As doses recomendadas, em intervalos de
aproximadamente uma semana, são: bursite sob heloma duro ou mole, 0,25 mL – 0,5 mL; bursite sob
esporão de calcâneo, 0,5 mL; bursite sobre hallux rigidus, 0,5 mL; bursite sobre o 5º dedo varo, 0,5 mL;
cisto sinovial, 0,25 mL – 0,5 mL; neuralgia de Morton (metatarsalgia), 0,25 mL – 0,5 mL; tenossinovite,
0,5 mL; periostite do cuboide, 0,5 mL; artrite gotosa aguda, 0,5 mL – 1 mL.
Depois de obtida uma resposta favorável, a dosagem de manutenção deverá ser determinada através da
diminuição da dose inicial em decréscimos graduais, a intervalos apropriados, até que seja encontrada a
dose mínima capaz de manter uma resposta clínica adequada.
A exposição do paciente a situações de estresse não relacionadas à doença em curso poderá necessitar de
aumento da dose de BETAPROSPAN. Se for necessária a descontinuação do fármaco após tratamento
prolongado, a dose deverá ser reduzida gradualmente.
Atenção: o produto depois de aberto não pode ser reutilizado. O conteúdo restante não deve ser
utilizado em outras aplicações. Caso houver sobra, seu conteúdo deve ser descartado.
A seringa após a aplicação não deve ser reutilizada. Deve ser descartada em recipiente apropriado.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, como alterações osteomusculares,
gastrintestinais, dermatológicas, neurológicas, psiquiátricas, hiper ou hipopigmentação, atrofia cutânea e
subcutânea, abscessos estéreis, rubor local pós-injeção (em seguida ao uso intra-articular).
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Por se tratar de um corticosteroide de administração parenteral, que deve ser administrado por um
profissional habilitado da saúde, a possibilidade de esquecimento de dose é remota. Em caso de
esquecimento, programe-se para administrar o medicamento assim que possível.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Medicamentos com Fosfato dissódico de betametasona
BETATRINTA
EUROFARMA LABORATORIOS S.A. · 1 apresentação(ões)
dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona
BRAINFARMA INDÚSTRIA QUÍMICA E FARMACÊUTICA S.A · 1 apresentação(ões)
PERMESE
EUROFARMA LABORATORIOS S.A. · 1 apresentação(ões)
DIPROPIONATO DE BETAMETASONA + FOSFATO DISSÓDICO DE BETAMETASONA
EUROFARMA LABORATORIOS S.A. · 1 apresentação(ões)
BECLONATO
BRAINFARMA INDÚSTRIA QUÍMICA E FARMACÊUTICA S.A · 1 apresentação(ões)
BETAPROSPAN
UNIÃO QUÍMICA FARMACÊUTICA NACIONAL S/A · 1 apresentação(ões)
CELESTONE
COSMED INDUSTRIA DE COSMETICOS E MEDICAMENTOS S.A. · 1 apresentação(ões)
DIPROSPAN
COSMED INDUSTRIA DE COSMETICOS E MEDICAMENTOS S.A. · 1 apresentação(ões)
DUOFLAM
CRISTÁLIA PRODUTOS QUÍMICOS FARMACÊUTICOS LTDA. · 1 apresentação(ões)
fosfato dissódico de betametasona
NEWCOM FARMACEUTICA LTDA. · 1 apresentação(ões)
fosfato dissódico de betametasona + dipropionato de betametasona
UNIÃO QUÍMICA FARMACÊUTICA NACIONAL S/A · 1 apresentação(ões)
