Bula simplificada
Bula de Estazolam
Resumo estruturado baseado na bula oficial registrada na Anvisa.
Bula oficial em PDF · Paciente
Documento registrado na Anvisa para NOCTAL
Como Estazolam funciona no organismo?
Da bula oficial · NOCTAL
NOCTAL® é um medicamento que contém em sua fórmula uma substância chamada estazolam. O estazolam é
um medicamento que induz ao sono através da ação sobre os estruturas no cérebro responsáveis por ajudar a
controlar o sono.
Há evidências que fundamentam a capacidade do estazolam de aumentar a duração e a qualidade do sono, por
períodos de até 12 semanas.
O tempo médio estimado para o início da ação terapêutica do medicamento são 2 horas após a ingestão do
medicamento (intervalo de 30 minutos a 6 horas).
Quem não deve usar Estazolam?
Da bula oficial · NOCTAL
NOCTAL® é contraindicado para uso por pacientes com conhecida hipersensibilidade à droga ou a
qualquer um dos componentes de sua formulação.
NOCTAL® é contraindicado para uso por pacientes com miastenia gravis (doença caracterizada por
fraqueza muscular e fadiga extrema) e com depressão respiratória grave.
NOCTAL® é contraindicado para ser administrado em conjunto com cetoconazol, itraconazol ou
substâncias similares que são potentes inibidores da CYP3A uma enzima que atua no fígado.
NOCTAL® é contraindicado durante a gravidez e lactação.
Os benzodiazepínicos, são medicamentos utilizados no tratamento da insônia e quadros de ansiedade, incluem o
estazolam, os mesmos podem causar dano fetal quando administrados durante a gravidez. Diversos estudos
sugeriram um risco aumentado de más formações congênitas, associadas ao uso de diazepam e clordiazepóxido,
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durante o primeiro trimestre de gestação. A distribuição transplacentária resulta em depressão do sistema
nervoso central fetal, além do que, após ingestão de doses terapêuticas de hipnóticos benzodiazepínicos durante
as últimas semanas de gravidez, ocorreram sintomas de abstinência.
Se houver a possibilidade de gravidez durante o uso de estazolam, o médico deverá ser consultado devido ao
risco potencial para o feto.
Deve ser considerada a possibilidade de que uma mulher em idade fértil possa engravidar no período da
instituição do tratamento.
Sobre outros efeitos, deve-se considerar que crianças nascidas de mães que faziam uso de benzodiazepínicos,
podem ter risco de desenvolver sintomas de abstinência durante o período pós-natal. Diminuição do tônus
muscular em crianças recém-nascidas foram relatadas após o parto de mães que receberam benzodiazepínicos
durante a gravidez. O estazolam não tem uso estabelecido para trabalho de parto e nascimento.
A respeito de lactação, não foram realizados estudos em humanos, porém estudos de lactação em ratas indicam
que o estazolam e/ou seus metabólitos são secretados no leite. O uso de estazolam em mulheres que amamentam
não é recomendado.
Categoria de risco X: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar
grávidas durante o tratamento.
Quais os cuidados ao usar Estazolam?
Da bula oficial · NOCTAL
NOCTAL® assim como outros benzodiazepínicos, tem efeitos depressores sobre o sistema nervoso central. Por
esta razão, atividades perigosas que requeiram estado de vigilância total, como operar máquinas ou dirigir
veículos automotores, podem sofrer prejuízo potencial de desempenho no dia seguinte à ingestão de estazolam.
NOCTAL® interage com álcool e com outros fármacos depressores do sistema nervoso central (ex: diazepam,
fenobarbital).
Assim como com outros benzodiazepínicos, amnésia (perda de memória), reações paradoxais (por exemplo,
excitação, agitação etc.) e outros efeitos adversos no comportamento podem ocorrer de modo imprevisível.
Foram relatados sinais e sintomas de descontinuação, do tipo associado com abstinência de fármacos depressores
do sistema nervoso central, que se seguem à rápida diminuição ou brusca interrupção do uso de
benzodiazepínicos.
Alterações de condições fisiológicas
Pode ocorrer o prejuízo no desempenho motor e/ou do raciocínio, memória e percepção, atribuído ao efeito
cumulativo desses medicamentos, após vários dias de uso continuado em doses recomendadas em alguns
pacientes vulneráveis (por exemplo, aqueles especialmente sensíveis aos efeitos dos benzodiazepínicos ou
àqueles com capacidade reduzida para metabolizá-los e eliminá-los).
O estazolam parece causar depressão respiratória dose-relacionada, o que geralmente não tem relevância clínica
nos pacientes com função respiratória normal e que fazem uso de doses recomendadas. Entretanto, nos pacientes
com função respiratória comprometida pode haver algum risco e os mesmos devem ser monitorados
adequadamente pelo médico.
Como classe, os benzodiazepínicos têm a capacidade de deprimir o impulso respiratório; entretanto, não há
dados disponíveis suficientes para caracterizar os potenciais riscos relativos de depressão do impulso
respiratório, em doses clínicas recomendadas. Assim como com outros benzodiazepínicos, o estazolam deve ser
administrado com cautela nos pacientes que tenham sinais ou sintomas de depressão. A tendência suicida pode
Quais os efeitos colaterais de Estazolam?
Da bula oficial · NOCTAL
lentos da musculatura do corpo), tontura e coordenação anormal.
Reações adversas associadas à descontinuação do tratamento: a reação adversa mais comum associada à
descontinuação do medicamento foi sonolência. Outras reações menos comuns foram: cefaleia (dor de cabeça),
astenia (fraqueza), hipocinesia (movimentos diminuídos ou lentos da musculatura do corpo), nervosismo,
tontura, náusea, mal estar, dor em extremidades inferiores, ressaca, coordenação anormal, dor nas costas, dor no
corpo, confusão, depressão, sonhos anormais, dispepsia (indigestão), pensamentos anormais, sintomas gripais,
dor abdominal, dor no peito, rigidez, faringite e prurido.
Outros eventos adversos: além dos eventos adversos já mencionados acima, a lista a seguir mostra outros eventos
adversos que ocorreram em estudos clínicos.
Todos os eventos adversos ocorridos durante o tratamento com estazolam não foram necessariamente causados
pelo fármaco.
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): constipação (prisão
de ventre), boca seca, ansiedade.
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): reação alérgica,
resfriado, febre, dor no pescoço e dor nas extremidades superiores, eritema (vermelhidão), palpitação,
diminuição do apetite, flatulência, gastrite, aumento do apetite, vômito, sede, artrite, episódios de contrações
musculares intensas, mialgia (dor muscular), agitação, amnésia (perda de memória), apatia, labilidade
emocional, euforia, hostilidade, parestesia (sensações cutâneas como frio, calor, formigamento) convulsão,
distúrbio do sono, estupor, tique nervoso, asma, tosse, dispneia, rinite, sinusite, eritema cutâneo (vermelhidão da
pele) , transpiração, urticária, visão anormal, dor auricular, irritação ocular, dor ocular, inchaço nos olhos,
paladar alterado, fotofobia (sensibilidade ou aversão a qualquer tipo de luz), zumbidos, episódios para urinar
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frequentes, cólicas menstruais, retardamento miccional involuntário, incontinência urinária e corrimento vaginal
com prurido.
Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): edema, dor na
mandíbula, inchaço no peito, arritmia, síncope (desmaio), enterocolite (inflamação do intestino), melena (fezes
com sangue), ulcerações na boca, nódulo tireoideano, leucopenia (diminuição de glóbulos brancos do sangue),
púrpura (aparecimento de descolorações vermelhas ou arroxeadas na pele), inchaço de nódulos linfáticos,
aumento da enzima do fígado TGO, ganho ou perda de peso, artralgia (dor nas articulações), ataxia (falta de
coordenação nos movimentos), parestesia perioral, diminuição da libido, diminuição dos reflexos, alucinações,
neurite (inflamação nos nervos), nistagmo (oscilações repetidas e involuntárias rítmicas de um ou ambos os
olhos), tremor, epistaxe (sangramento no nariz), respiração acelerada, laringite, acne, pele seca, audição
diminuída, diplopia, escotomas (alteração do campo visual), hematúria (sangue na urina), noctúria (urina
noturna), oligúria (volume menor de urina), corrimento peniano e incontinência urinária.
Pequenas alterações dos padrões da eletroencefalografia (EEG), geralmente atividades rápidas de baixa voltagem
foram observadas em pacientes durante a terapia ou descontinuação de estazolam e não se conhece a
significância clínica destes eventos.
Eventos adversos pós-comercialização: relatos voluntários com estazolam incluem raras ocorrências de
fotossensibilidade, síndrome de Stevens-Johnson e agranulocitose (alteração do sangue). Devido à origem não
controlada destes relatos espontâneos, a relação causal com estazolam não pode ser determinada.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo
uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
Assim como com outros benzodiazepínicos, a experiência com estazolam indica que as manifestações no caso de
Estazolam interage com outros medicamentos?
Da bula oficial · NOCTAL
Se NOCTAL® for administrado junto a outros medicamentos que atuem sobre o sistema nervoso central, a ação
destes deve ser cuidadosamente considerada. A ação dos benzodiazepínicos pode ser potencializada por
anticonvulsivantes (medicamentos para tratamento de convulsões e epilepsia ex: carbamazepina), anti-
histamínicos (medicamentos que inibem a liberação de histamina muitas vezes utilizado para tratar alergias ex:
fexofenadina), barbitúricos (medicamentos utilizados como sedativos e clamantes ex: fenobarbital), inibidores
da enzima monoamina oxidase – MAO (medicamento utilizado no tratamento da depressão ex: iproniazida),
álcool, narcóticos, fenotiazinas, medicações psicotrópicas e outros fármacos que produzam depressão do sistema
nervoso central.
Os fumantes têm a eliminação de benzodiazepínicos aumentada, se comparados com os não-fumantes; fato que
foi constatado nos estudos com estazolam.
O estazolam deve ser evitado em pacientes recebendo cetoconazol e itraconazol, que são potentes inibidores do
CYP3AA nefazodona, alguns antibióticos macrolídeos, fluvoxamina e diltiazem, podem também aumentar as
concentrações de estazolam até certo ponto.
Um trabalho adicional “in vitro” com microssomas de fígado humano avaliou a habilidade de estazolam de inibir
as isoformas CYP3A, CYP2D6, CYP1A2, CYP2C, CYP2E1 e CYP2A6 (enzimas do fígado). Este trabalho
sugere que as concentrações terapêuticas de estazolam não aumentam as concentrações de outras substâncias
metabolizadas por estas isoformas do CYP.
Ingestão concomitante com outras substâncias: não ingerir álcool durante o tratamento com hipnóticos.
Informe seu médico sobre consumo de álcool e sobre toda medicação que está fazendo uso no momento, mesmo
aquelas que não necessitam de receita para compra.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
O que fazer em caso de superdose de Estazolam?
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comum neste grupo de pacientes; portanto, sempre a menor quantidade possível deste medicamento deve ser
prescrita para pacientes deprimidos.
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Este medicamento deve ser usado com cautela em pacientes com história de glaucoma de ângulo fechado, pois
os benzodiazepínicos podem raramente apresentar efeitos anticolinérgicos, os quais podem levar a alteração da
pressão interna do olho.
Abuso e dependência
NOCTAL® é um produto controlado, sendo que sua venda é condicionada à retenção de receita médica.
Sintomas de abstinência semelhantes àqueles observados com sedativos/hipnóticos e álcool, têm ocorrido após
interrupção abrupta da ingestão de fármacos da classe dos benzodiazepínicos, incluindo estazolam. Os sintomas
podem variar de disforia leve (mudança repentina e transitória do estado de ânimo) e insônia até uma síndrome
mais complexa que pode incluir contrações dolorosas abdominais e musculares, vômito, transpiração excessiva,
tremores e convulsões.
Embora os sintomas de abstinência sejam observados mais comumente após a descontinuação de altas doses de
benzodiazepínicos em doses terapêuticas, podem tornar-se fisicamente dependentes do fármaco.
Os dados disponíveis, entretanto, não oferecem uma estimativa real da incidência de dependência, nem da
relação da dependência com dose e duração do tratamento. Há alguma evidência sugerindo que a redução
gradual de dose atenua ou até elimina alguns efeitos da descontinuação. Na maioria das vezes, os efeitos da
descontinuação são leves e transitórios; entretanto, eventos que implicam em risco de morte (por exemplo,
convulsões, delírio, etc) foram relatados. A retirada gradual é o método preferível para todos os pacientes
usuários crônicos de benzodiazepínicos. Pacientes com história de convulsões, qualquer que seja a terapia
anticonvulsivante concomitante, não devem descontinuar abruptamente com benzodiazepínico. Indivíduos com
história de vício ou abuso de drogas e/ou álcool devem ser cuidadosamente acompanhados, quando receberem
benzodiazepínicos, devido ao risco de desenvolverem dependência.
Interação de estazolam com outras substâncias que inibem o metabolismo via citocromo P450 3A (enzima)
Foram observadas potenciais interações com estazolam com base em estudos “in vitro” que demonstraram que a
isoenzima CYP3A está envolvida no metabolismo de estazolam como seu metabólito principal.
A contraindicação de uso conjunto de cetoconazol, itraconazol e sustâncias similares está referenciada, bem
como exemplos de fármacos que inibem o metabolismo de outros benzodiazepínicos associados (alprazolam,
triazolam e midazolam), provavelmente através da inibição da CYP3A.
Potenciais indutores da CYP3A (carbamazepina, fenitoína, rifampicina e barbitúricos) podem diminuir a
concentração de estazolam.
Cuidados e advertências para populações especiais
Uso em idosos: O perfil de eventos adversos não difere substancialmente do observado em pacientes jovens.
Entretanto, o médico deve tomar cuidado ao prescrever benzodiazepínicos para pacientes idosos com saúde
frágil ou debilitados.
Ainda, pacientes idosos debilitados ou aqueles com disfunção renal ou hepática devem ser advertidos sobre os
riscos de prejuízo no desempenho motor e/ou do raciocínio, memória e percepção e orientados para monitorarem
a si mesmos, para sinais de sedação excessiva ou para outras alterações da condição prévia.
Uso pediátrico: não foram estabelecidas a segurança e eficácia em crianças abaixo de 18 anos.
Uso durante a gravidez e lactação: os benzodiazepínicos podem causar dano fetal quando administrados
durante a gravidez. Diversos estudos sugeriram um risco aumentado de más formações congênitas, associadas ao
uso de diazepam e clordiazepóxido, durante o primeiro trimestre de gestação (ver item 3 “Quando não devo usar
este medicamento?”).
Testes laboratoriais
Geralmente, em pacientes saudáveis, não são necessários testes laboratoriais. Quando o tratamento com
estazolam for administrado por longo prazo, é aconselhável que seu médico faça a avaliação periódica de exames
de sangue e urina.
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Excipientes
Este medicamento contém lactose. Pacientes com problemas hereditários de intolerância a galactose, co-
deficiência na enzima lactase ou com problemas de má absorção de glicose-galactose não devem tomar este
medicamento.
Como guardar Estazolam?
Da bula oficial · NOCTAL
Conservar em temperatura ambiente (15-30ºC) e proteger da luz e umidade.
Se armazenado nas condições indicadas, o medicamento se manterá próprio para consumo pelo prazo de
validade impresso na embalagem externa.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas:
NOCTAL® 2 mg: comprimido branco, redondo, com vinco em uma das faces e liso na outra.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
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6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
A dose de NOCTAL® será ajustada pelo médico de acordo com a idade, condições clínicas e patologia do
paciente. O medicamento dever ser administrado por via oral.
A dose inicial recomendada para adultos é 1 mg (meio comprimido) ao deitar a noite para dormir (meio
comprimido a cada 24 horas); entretanto, alguns pacientes podem necessitar de dose de 2 mg (1 comprimido a
cada 24 horas).
Em pacientes idosos saudáveis, 1 mg (meio comprimido) também é a dose inicial apropriada, sendo que
aumentos posteriores devem ser feitos com extremo cuidado. Em pacientes idosos de pequena estatura e magros
(franzinos) ou debilitados, deve-se considerar a dose inicial de 0,5 mg (1/4 de comprimido).
A dose máxima diária recomendada é de 1 comprimido de 2 mg.
Cuidados de administração: não tomar doses superiores às recomendadas pelo seu médico ou constantes em
bula, visto que os benzodiazepínicos podem produzir dependência psicológica e física. Não aumentar a dose
antes de consultar seu médico.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não
interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Caso esqueça de tomar uma dose, não dobre a próxima dose para repor o comprimido que esqueceu de tomar no
horário certo.
A descontinuação abrupta de estazolam pode estar associada com distúrbios temporários do sono e o médico
deverá ser consultado antes do interrompimento repentino das doses.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
