Bula simplificada
Bula de Espironolactona
Resumo estruturado baseado na bula oficial registrada na Anvisa.
Bula oficial em PDF · Paciente
Documento registrado na Anvisa para espironolactona
Como Espironolactona funciona no organismo?
Da bula oficial · espironolactona
A espironolactona atua como diurético (aumenta a eliminação de água através da urina) e como anti-hipertensivo (diminui a
pressão arterial) por este mecanismo.
Como usar Espironolactona? Qual a dose?
Resumo baseado na bula · Espironolactona
Medicamentos à base de espironolactona são geralmente administrados por via oral, em forma de comprimidos. A dosagem correta, o horário e a duração do tratamento variam para cada pessoa, dependendo de fatores como a indicação médica, idade, peso e resposta individual ao tratamento. Consulte a bula oficial e um profissional de saúde antes de usar.
Quem não deve usar Espironolactona?
Da bula oficial · espironolactona
A espironolactona é contraindicada a pacientes que apresentam hipersensibilidade à espironolactona ou a qualquer componente
da fórmula; a pacientes com insuficiência renal aguda (diminuição aguda da função dos rins), diminuição significativa da função
renal, anúria (perda da capacidade de urinar), hiperpotassemia (aumento dos níveis sanguíneos de potássio) ou doença de
Addison, hipercalemia (aumento dos níveis sanguíneos de potássio) ou com uso concomitante de eplerenona.
Quais os cuidados ao usar Espironolactona?
Da bula oficial · espironolactona
O uso de espironolactona em mulheres grávidas requer a avaliação de seus benefícios bem como dos riscos que possam acarretar
à mãe ou ao feto.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término.
Caso o uso de espironolactona durante o período da amamentação seja considerado essencial, um método alternativo de
alimentação para a criança deve ser instituído. Informe ao seu médico se estiver amamentando.
Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano.
O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-
dentista.
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É muito importante informar ao seu médico caso esteja usando outros medicamentos antes do início ou durante o tratamento com
espironolactona.
Há casos relatados de hiperpotassemia (aumento dos níveis sanguíneos de potássio) grave em pacientes que fazem uso de
diuréticos poupadores de potássio, incluindo espironolactona e inibidores da ECA (como captopril e enalapril). A
hiperpotassemia pode ser fatal. É crítico monitorar e ajustar o potássio sérico em pacientes com insuficiência cardíaca grave
recebendo espironolactona. Evitar uso de outros diuréticos poupadores de potássio.
A espironolactona pode potencializar o efeito de outros diuréticos e anti-hipertensivos quando administrados concomitantemente.
A dose desses medicamentos deverá ser reduzida quando espironolactona for incluída ao tratamento.
A espironolactona reduz a resposta vascular à norepinefrina (substância estimulante do sistema cardiovascular). Devem ser
tomados cuidados com a administração em pacientes submetidos à anestesia enquanto esses estiverem sendo tratados com
espironolactona.
Foi demonstrado que espironolactona aumenta a meia-vida (tempo de permanência na corrente sanguínea) da digoxina.
Foi demonstrado que medicamentos anti-inflamatórios não-esteroides como ácido acetilsalicílico, indometacina e ácido
mefenâmico diminuem o efeito diurético da espironolactona.
A espironolactona aumenta o metabolismo da antipirina.
A espironolactona pode interferir na análise dos exames de concentração plasmática (no sangue) de digoxina.
Acidose metabólica hipercalêmica (aumento dos níveis de potássio na corrente sanguínea) foi relatada em pacientes que
receberam espironolactona concomitantemente a cloreto de amônio ou colestiramina.
Coadministração de espironolactona e carbenoxolona podem resultar em eficácia reduzida de qualquer uma dessas medicações.
A espironolactona pode aumentar os níveis de PSA (marcador de câncer de próstata) em pacientes com câncer de próstata
tratados com abiraterona.
A espironolactona pode reduzir os níveis plasmáticos de mitotano em pacientes com carcinoma adrenocortical e não deve ser
usado concomitantemente.
Como outros diuréticos, espironolactona reduz a depuração renal do lítio, aumentando assim o risco de toxicidade do lítio. Seu
médico deve monitorar os níveis de lítio periodicamente quando espironolactona for coadministrada.
A espironolactona pode causar reações como sonolência ou tontura, sintomas esses que podem interferir nas habilidades físicas
ou psíquicas para a realização de tarefas potencialmente arriscadas como dirigir veículos e operar máquinas.
Evite levantar-se rapidamente e dirigir veículos e/ou operar máquinas, principalmente até que a resposta inicial ao
tratamento seja determinada.
Este medicamento pode causar doping.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
Quais os efeitos colaterais de Espironolactona?
Resumo baseado na bula · Espironolactona
Reações comumente descritas para esta classe incluem: elevação dos níveis de potássio no sangue, sensibilidade ou aumento do tecido mamário, alterações no ciclo menstrual, tonturas ou dor de cabeça, e desconfortos gastrintestinais como náuseas. Medicamentos à base de espironolactona atuam no equilíbrio de fluidos e hormônios, e as reações podem variar de acordo com cada organismo. Consulte a bula oficial e um profissional de saúde antes de usar.
Espironolactona interage com outros medicamentos?
Resumo baseado na bula · DIACQUA
Medicamentos à base de espironolactona podem interagir com diversas outras substâncias e classes de remédios. Entre as principais interações conhecidas, destacam-se outros medicamentos para pressão alta ou problemas cardíacos, especialmente os inibidores da ECA e os bloqueadores dos receptores de angiotensina, pois essa combinação pode elevar os níveis de potássio no organismo. Suplementos de potássio ou substitutos de sal ricos em potássio também requerem atenção especial. Além disso, anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), usados para dor e inflamação, podem reduzir a eficácia do tratamento e afetar os rins. Outras substâncias, como o lítio e a digoxina, também exigem acompanhamento profissional adequado. Informe sempre à equipe de saúde sobre tudo o que está utilizando. Consulte a bula oficial e um profissional de saúde antes de usar.
O que fazer em caso de superdose de Espironolactona?
Da bula oficial · espironolactona
(manchas e/ou pequenos nódulos na pele) ou eritematosa (vermelhidão na pele), ou diarreia.
Podem ocorrer desequilíbrios eletrolíticos e desidratação. Não existe nenhum antídoto específico.
O uso de espironolactona deve ser descontinuado e a ingestão de potássio (incluindo fontes alimentares) restringida.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou
bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Como guardar Espironolactona?
Da bula oficial · espironolactona
Armazenar em temperatura ambiente (de 15 ºC a 30 ºC). Proteger da luz e da umidade.
Aspectos físicos: blíster de alumínio plástico âmbar contendo 10 comprimidos.
Características organolépticas: comprimido branco à levemente amarelado, circular, biconvexo, liso e sem vinco.
Prazo de validade: 24 meses a partir da data de fabricação impressa na embalagem.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança
no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Adultos: A dose diária pode ser administrada em doses fracionadas ou em dose única.
Hipertensão Essencial: Dose Usual de 50 a 100 mg por dia, que nos casos resistentes ou graves pode ser gradualmente
aumentada, em intervalos de duas semanas, até 200 mg/dia. O tratamento deve ser mantido por no mínimo duas semanas para
garantir uma resposta adequada do tratamento. A dose deverá ser ajustada conforme necessário.
Doenças Acompanhadas por Edema: A dose diária pode ser administrada tanto em doses fracionadas como em dose única.
Insuficiência Cardíaca Congestiva: Dose usual de 100 mg/dia. Em casos resistentes ou graves, a dosagem pode ser
gradualmente aumentada podendo variar entre 25 mg e 200 mg diariamente. A dose habitual de manutenção deve ser determinada
para cada paciente.
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Cirrose Hepática: Se a relação sódio urinário/potássio urinário (Na+ / K+) for maior que 1 (um), a dose usual é de 100 mg/dia.
Se essa relação for menor do que 1 (um), a dose recomendada é de 200 mg/dia a 400 mg/dia. A dose de manutenção deve ser
determinada para cada paciente.
Síndrome Nefrótica: A dose usual em adultos é de 100 mg/dia a 200 mg/dia. A espironolactona não demonstrou afetar o
processo patológico básico, e seu uso está aconselhado somente se outra terapia for ineficaz.
Edema Idiopático: Dose habitual é de 100 mg por dia.
Edema em Crianças: A dose diária inicial é de aproximadamente 3,3 mg por kg de peso administrada em dose fracionada. A
dosagem deverá ser ajustada com base na resposta e tolerabilidade do paciente.
Se necessário pode ser preparada uma suspensão triturando os comprimidos de espironolactona com algumas gotas de glicerina e
acrescentando líquido com sabor. Tal suspensão é estável por 1 mês quando mantida em local refrigerado.
Hipopotassemia / hipomagnesemia: A dosagem de 25 mg a 100 mg por dia é útil no tratamento da hipopotassemia e/ou
hipomagnesemia induzida por diuréticos, quando suplementos orais de potássio e/ou magnésio forem considerados inadequados.
Diagnóstico e Tratamento do Hiperaldosteronismo Primário: espironolactona pode ser empregada como uma medida
diagnóstica inicial para fornecer evidência presuntiva de hiperaldosteronismo primário enquanto o paciente estiver em dieta
normal.
Teste a longo prazo: A espironolactona é administrada em uma dosagem diária de 400 mg por 3 ou 4 semanas. A correção da
hipopotassemia e hipertensão revelam evidência presuntiva para o diagnóstico de hiperaldosteronismo primário.
Teste a curto prazo: A espironolactona é administrada em uma dosagem diária de 400 mg por 4 dias. Se o potássio sérico
(sanguíneo) se eleva durante a administração de espironolactona, porém diminui quando é descontinuado, o diagnóstico
presuntivo de hiperaldosteronismo primário deve ser considerado.
Tratamento Pré-operatório de Curto Prazo de Hiperaldosteronismo Primário: Quando o diagnóstico de hiperaldosteronismo
for bem estabelecido por testes mais definitivos, espironolactona pode ser administrada em doses diárias de 100 mg a 400 mg
como preparação para a cirurgia. Para pacientes considerados inaptos para cirurgia, espironolactona pode ser empregada como
terapia de manutenção de longo prazo, com o uso da menor dose efetiva individualizada para cada paciente.
Hipertensão Maligna: Somente como terapia auxiliar e quando houver excesso de secreção de aldosterona, hipopotassemia e
alcalose metabólica (diminuição da acidez do sangue). A dose inicial é de 100 mg/dia, aumentada quando necessário a intervalos
de duas semanas para até 400 mg/dia. A terapia inicial pode incluir também a combinação de outros fármacos anti-hipertensivos à
espironolactona. Não reduzir automaticamente a dose dos outros medicamentos como recomendado na hipertensão essencial.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Caso você esqueça-se de tomar espironolactona no horário estabelecido pelo seu médico, tome-o assim que lembrar.
Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule a dose esquecida e tome a próxima, continuando
normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não tome o medicamento em dobro para compensar
doses esquecidas. O esquecimento de dose pode comprometer a eficácia do tratamento.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
É muito importante informar ao seu médico o aparecimento de qualquer reação desagradável durante o tratamento com
espironolactona, tais como:
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): hiperpotassemia.
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): estado de confusão mental, tontura,
náusea, prurido (coceira), rash (erupção cutânea), cãibras nas pernas, insuficiência renal aguda, ginecomastia (aumento das
mamas), dor nas mamas (em homens), mal-estar.
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): neoplasma (tumor) benigno de mama
(em homens), distúrbios eletrolíticos (dos minerais do sangue), função hepática (do fígado) anormal, urticária (alergia de pele),
distúrbios menstruais, dor nas mamas (em mulheres).
Frequência desconhecida (não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis): agranulocitose (redução severa do número de
glóbulos brancos que aumenta a probabilidade de infecções), leucopenia (diminuição dos glóbulos brancos no sangue),
trombocitopenia (redução do número de plaquetas no sangue), alteração na libido (desejo sexual), distúrbio gastrointestinal,
necrólise epidérmica tóxica (NET), síndrome de Stevens-Johnson (SJS) erupção ao medicamento com eosinofilia e sintomas
sistêmicos (DRESS), alopecia (perda de cabelo), hipertricose (crescimento anormal de pelos).
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Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
Medicamentos com Espironolactona
ALDACTONE
PFIZER BRASIL LTDA · 1 apresentação(ões)
Espironolactona
EUROFARMA LABORATORIOS S.A. · 1 apresentação(ões)
DIACQUA
EUROFARMA LABORATORIOS S.A. · 1 apresentação(ões)
espironolactona
GEOLAB INDÚSTRIA FARMACÊUTICA S/A · 1 apresentação(ões)
espironolactona
HIPOLABOR FARMACEUTICA LTDA · 1 apresentação(ões)
espironolactona
FUNDAÇÃO PARA O REMÉDIO POPULAR - FURP · 1 apresentação(ões)
espironolactona
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