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Bula simplificada

Bula de Cloridrato de moxifloxacino monoidratado

Resumo estruturado baseado na bula oficial registrada na Anvisa.

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Bula oficial em PDF · Paciente

Documento registrado na Anvisa para cloridrato de moxifloxacino

Como Cloridrato de moxifloxacino monoidratado funciona no organismo?

Da bula oficial · cloridrato de moxifloxacino

O cloridrato de moxifloxacino é um antibiótico utilizado para tratar infecções causadas por uma variedade
de bactérias. Atua causando a morte das bactérias interferindo nas enzimas que controlam a multiplicação
das bactérias. Desde que adequadamente indicado, os sinais e os sintomas da doença devem melhorar em um
período mínimo de cinco dias de tratamento correto.

Quem não deve usar Cloridrato de moxifloxacino monoidratado?

Da bula oficial · cloridrato de moxifloxacino

O cloridrato de moxifloxacino não deve ser administrado a pessoas com conhecida alergia ao
moxifloxacino ou a qualquer componente de sua formulação ou aos antibióticos de mesma classe
(quinolonas). Também é contraindicado durante a gravidez e amamentação.
“Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos.”

Quais os cuidados ao usar Cloridrato de moxifloxacino monoidratado?

Da bula oficial · cloridrato de moxifloxacino

 Advertências e Precauções
Em alguns casos, podem ocorrer reações alérgicas ou de hipersensibilidade após a primeira
administração, e nesse caso o médico deve ser imediatamente contatado.
Em casos muito raros, reações anafiláticas (reação alérgica grave) podem progredir até o choque
(queda da pressão arterial), potencialmente fatal, algumas vezes após a primeira administração. 2

Nesses casos, o tratamento com cloridrato de moxifloxacino deve ser interrompido e o tratamento
médico instituído.
O cloridrato de moxifloxacino pode provocar alterações do eletrocardiograma em alguns pacientes.
Informe seu médico caso apresente qualquer distúrbio do ritmo cardíaco. As mulheres e idosos podem
ser mais suscetíveis a estas alterações. Portanto, o tratamento com cloridrato de moxifloxacino deve
ser evitado em pacientes que tenham uma alteração no eletrocardiograma chamada prolongamento do
intervalo QT, em pacientes que tenham um nível baixo de potássio no sangue e que não estejam sendo
tratados e nos pacientes que usem antiarrítmicos cardíacos como a quinidina, a procainamida, a
amiodarona e o sotalol.
O cloridrato de moxifloxacino deve ser usado com cautela nas seguintes situações: em pacientes que
estejam tomando cisaprida (usado em problemas digestivos), eritromicina (antibiótico), medicamentos
para psicoses, alguns tipos de antidepressivos (imipramina, amitriptilina, nortriptilina); em pacientes
que tenham frequência cardíaca baixa ou que tenham tido um infarto do miocárdio; em pacientes que
apresentem cirrose hepática.
Casos de hepatite fulminante potencialmente levando à insuficiência hepática (mau funcionamento do
fígado), incluindo casos fatais, foram relatados com moxifloxacino. Informe seu médico imediatamente
antes de continuar o tratamento com cloridrato de moxifloxacino caso ocorram sintomas de
insuficiência hepática, que são: icterícia (cor amarelada da pele), sangramento, dor abdominal e
aumento do fígado. Foram relatados
casos de reações de pele com aparecimento de lesões avermelhadas bolhosas como síndrome de Stevens-
Johnson ou necrólise epidérmica tóxica (doença em que a camada superficial da pele se solta em
lâminas) com o uso de cloridrato de moxifloxacino. Informe seu médico imediatamente antes de
continuar o tratamento com cloridrato de moxifloxacino caso ocorram reações na pele e/ou na mucosa
(tecido que reveste boca e cavidade nasal).
O tratamento com quinolonas pode provocar crises convulsivas. O cloridrato de moxifloxacino deve
ser utilizado com cautela em pacientes com distúrbios conhecidos ou suspeitos do Sistema Nervoso
Central que possam predispor a convulsões ou reduzir o limiar convulsivo.
A ocorrência de colite (inflamação do intestino grosso) foi registrada com o uso de antibióticos de
amplo espectro, incluindo moxifloxacino; portanto, é importante considerar esse diagnóstico em
pacientes com diarreia grave associada ao uso de moxifloxacino. Fale com seu médico em caso de
diarreia. Medicamentos que inibem a peristalse (contrações do intestino) são contraindicados em
pacientes que apresentem diarreia grave.
O cloridrato de moxifloxacino deve ser utilizado com cautela em pacientes com miastenia (fraqueza
muscular) grave, pois os sintomas podem aumentar.
O tratamento com quinolonas, inclusive moxifloxacino, pode produzir inflamação e ruptura de
tendões, particularmente em pacientes idosos e nos pacientes em tratamento concomitante com
corticosteroides; foram relatados casos que ocorreram até vários meses após o término do tratamento.
Ao primeiro sinal de dor ou inflamação dos tendões, a administração de cloridrato de moxifloxacino
deve ser suspensa, sendo necessário manter em repouso o membro afetado e consultar um médico.
Quinolonas demonstraram causar reações de fotossensibilidade em pacientes. No entanto, em estudos
pré e pós-comercialização, não houve evidência clínica de que cloridrato de moxifloxacino cause
reações de fotossensibilidade. No entanto, deve-se evitar exposição tanto à radiação UV quanto à luz
solar.
O cloridrato de moxifloxacino solução para infusão possui sódio em sua composição. Deste modo, deve-
se considerar o acréscimo de sódio proveniente da solução nos casos de restrição da ingestão de sódio.
Não é recomendado o tratamento com comprimidos revestidos de 400 mg de moxifloxacino em
pacientes com doença inflamatória pélvica complicada (por exemplo, associada a abcesso tubo-
ovariano ou pélvico), quando o tratamento intravenoso é considerado necessário.
O cloridrato de moxifloxacino não deve ser administrado a mulheres grávidas ou que estejam
amamentando.
O moxifloxacino não é recomendado no tratamento de infecções MRSA (Staphylococcus aureus
resistente à meticilina). Em caso de infecção devido a MRSA, o tratamento com antibiótico adequado
deve ser iniciado.
Pacientes em tratamento com cloridrato de moxifloxacino devem ser orientados a informar ao médico
antes de continuar o tratamento, caso sintomas de neuropatia como dor, sensação de queimação,
formigamento, dormência, ou fraqueza, se desenvolverem.
Reações psiquiátricas podem ocorrer mesmo após a primeira administração de fluoroquinolonas,
incluindo moxifloxacino. Em casos muito raros, depressão ou reações psicóticas podem evoluir para
pensamentos suicidas ou comportamento autodestrutivo como tentativas de suicídio. Caso o paciente
desenvolva estas reações, o tratamento deve ser descontinuado e devem ser tomadas as medidas
necessárias. Deve-se ter cautela ao administrar cloridrato de moxifloxacino em pacientes
psiquiátricos ou em pacientes com histórico de doença psiquiátrica. 3

Devido à prevalência generalizada e crescente de infecções por Neisseria gonorrhoeae resistente à
fluoroquinolonas, a monoterapia com moxifloxacino deve ser evitada em pacientes com doença
inflamatória pélvica, salvo se N. gonorrhoeae resitente à fluoroquinolonas puder ser excluída. Caso a
N. gonorrhoeae resistente à fluoroquinolonas não puder ser excluída, deve-se considerar a adição de
um antibiótico apropriado que seja ativo contra N. gonorrhoeae resistente. Assim como com todas as
fluoroquinolonas, distúrbios na glicose sanguínea, incluindo tanto hipoglicemia (redução do açúcar
sanguíneo) quanto hiperglicemia (aumento do açúcar sanguíneo), foram relatados com cloridrato de
moxifloxacino. Em pacientes tratados com cloridrato de moxifloxacino, ocorreu disglicemia (alteração
na glicose sanguínea) principalmente em pacientes diabéticos idosos recebendo tratamento
concomitante com um agente hipoglicemiante oral (por exemplo, sulfonilureia) ou com insulina. Em
pacientes diabéticos, é recomendado cuidadoso monitoramento da glicose sanguínea.
Você deve procurar um oftalmologista imediatamente em caso de alterações na visão ou algum outro
sintoma ocular.
Alteração na capacidade de dirigir veículos e/ou operar máquinas
Fluoroquinolonas, incluindo o moxifloxacino, podem prejudicar a capacidade do paciente de dirigir
veículos ou operar máquinas devido a reações no sistema nervoso central e distúrbios visuais.

Quais os efeitos colaterais de Cloridrato de moxifloxacino monoidratado?

Da bula oficial · cloridrato de moxifloxacino

com a frequência.
Comum: ≥1/100 a < 1/10
Incomum: ≥1/1.000 a < 1/100
Rara: ≥1/10.000 a < 1/1.000
Muito rara: < 1/10.000
– Comum: infecções por fungos, dores de cabeça, tonturas, alteração do ritmo cardíaco em pacientes
com o potássio baixo no sangue, náuseas, vômitos, dores abdominais e gastrintestinais, diarreia,
5

aumento das transaminases (enzimas que avaliam a função do fígado), reações no local da injeção
e infusão.
- Incomum: anemia, diminuição dos glóbulos brancos (células responsáveis pela defesa),
diminuição ou aumento das plaquetas (células responsáveis pela coagulação), alteração do tempo
de coagulação, reação alérgica, coceira na pele, urticária (reação alérgica importante de pele),
erupção cutânea (aparecimento de lesões na pele), eosinofilia sanguínea (aumento dos eosinófilos
no sangue: células que participam do processo alérgico), aumento das gorduras no sangue
(colesterol), ansiedade, agitação/hiperatividade psicomotora, alterações da sensibilidade,
formigamentos, distúrbios do paladar, podendo haver a perda do paladar em casos muito raros,
confusão mental, desorientação, alterações do sono, tremor, vertigens, sonolência, distúrbios
visuais (principalmente em caso de reações no sistema nervoso central), alteração no
eletrocardiograma chamada prolongamento do intervalo QT, palpitações, aceleração da
frequência cardíaca, vasodilatação (dilatação dos vasos sanguíneos), falta de ar e inclusive quadro
de asma, diminuição de apetite e de ingestão de alimentos, constipação (intestino preso), dispepsia
(má digestão), gases, gastroenterite (inflamação do estômago e do intestino), aumento de uma
enzima do pâncreas chamada amilase, alteração hepática (do fígado), aumento das enzimas
hepáticas (enzimas que avaliam a função do fígado), dores nas articulações e nos músculos,
desidratação causada por diarreia ou por pouca ingestão de líquidos, mal-estar, dor inespecífica,
aumento do suor e tromboflebite (inflamação da veia com formação de coágulo) no local da
infusão.
- Raras: nível anormal de tromboplastina (alteração da coagulação), reação
anafilática/anafilactoide (reação alérgica grave), edema (inchaço) alérgico, incluindo a obstrução
da laringe (potencialmente fatal), aumento da glicose e do ácido úrico no sangue, labilidade
emocional (alteração de humor), depressão (em casos muito raros potencialmente culminando em
comportamento autodestrutivo, como ideação de suicídio/pensamentos suicidas ou tentativas de
suicídio), alucinações, diminuição da sensibilidade na pele, alterações do olfato, sonhos anormais,
problemas de coordenação (incluindo distúrbios da marcha, especialmente devido à tontura ou
vertigem, em casos muito raros levando à queda com ferimento (especialmente em idosos)),
convulsões com diferentes manifestações clínicas (incluindo convulsões generalizadas), alteração
da atenção e da fala, perda de memória, neuropatia periférica e polineuropatia (doença que afeta
um ou vários nervos), zumbido nos ouvidos, problemas de audição, incluindo surdez (geralmente
reversível), alteração do ritmo do coração, desmaio, aumento ou diminuição da pressão arterial,
dificuldade para engolir, estomatite, colite (inflamação do intestino grosso) associada a
antibióticos (em casos muito raros associada a complicações com risco para a vida), icterícia
(coloração amarelada da pele decorrente de alteração no fígado), hepatite (alteração da função do
fígado), predominantemente colestática (por obstrução da drenagem de bile), tendinite
(inflamação de tendão), contração muscular, cãimbras, fraqueza muscular, alteração renal (da
função dos rins), insuficiência do funcionamento dos rins (devido à desidratação, principalmente
nos idosos com distúrbios renais preexistentes), inchaço.
- Muito raras: nível de protrombina aumentado/diminuição de RNI, anomalias no valor de
protrombina/RNI (alteração da coagulação), choque anafilático/anafilactoide (reação alérgica
grave com potencial risco para a vida), hipoglicemia (redução do açúcar no sangue), alteração de
personalidade, reações psicóticas (potencialmente culminando em comportamento auto-
destrutivo como indícios de suicídio/pensamentos suicidas ou tentativas de suicídio), perda
transitória da visão (principalmente no caso de reações do sistema nervoso central), aumento da
sensibilidade da pele, alterações do ritmo do coração, incluindo Torsade de Pointes, parada
cardíaca (especialmente nos pacientes com predisposição a alterações no ritmo do coração e
infarto), hepatite fulminante (grave) potencialmente levando à insuficiência (mau funcionamento)
hepática com risco para a vida do paciente (incluindo casos fatais), reação de pele bolhosa como
Síndrome de Stevens-Johnson ou necrólise epidérmica tóxica (reações graves de pele com
potencial risco para a vida), ruptura de tendão, artrite (inflamação das articulações), distúrbio da
marcha (causado por sintomas musculares, dos tendões ou articulares), piora dos sintomas de

Cloridrato de moxifloxacino monoidratado interage com outros medicamentos?

Da bula oficial · cloridrato de moxifloxacino

Para as seguintes substâncias foi comprovada a ausência de interação clinicamente relevante: atenolol
(anti-hipertensivo), ranitidina (protetor do estômago e do duodeno), suplementos de cálcio, teofilina
(medicamento para asma), ciclosporina (imunossupressor), contraceptivos orais, glibenclamida
(antidiabético), itraconazol (medicamento usado em micoses), digoxina (medicamento para problema no
coração), morfina (analgésico), probenecida (medicamento utilizado no tratamento complementar de
infecções). Não são necessários ajustes de dose para estes compostos.
Não se observou interação durante o tratamento concomitante com varfarina, porém, são descritos
casos de aumento da atividade anticoagulante em pacientes recebendo anticoagulantes
concomitantemente com antibióticos, incluindo cloridrato de moxifloxacino. Fale com seu médico.
Embora os estudos clínicos não tenham demonstrado nenhuma interação entre o moxifloxacino e a
varfarina, deve-se monitorar o coagulograma.
A farmacocinética da digoxina não é significativamente alterada por moxifloxacino (e vice-versa).
A administração concomitante de carvão ativado e cloridrato de moxifloxacino oral reduz a absorção
deste último. A aplicação de carvão ativado na fase de absorção inicial impede aumentos adicionais da

O que fazer em caso de superdose de Cloridrato de moxifloxacino monoidratado?

Da bula oficial · cloridrato de moxifloxacino

Após administração intravenosa do fármaco, o carvão ativado apenas reduz ligeiramente a exposição do
organismo ao moxifloxacino (aproximadamente 20%).
Interações com álcool e nicotina
Não são conhecidas interações entre cloridrato de moxifloxacino e álcool ou nicotina.
“Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.”
“Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.”

Como guardar Cloridrato de moxifloxacino monoidratado?

Da bula oficial · cloridrato de moxifloxacino

O cloridrato de moxifloxacino deve ser conservado na embalagem original em temperatura ambiente (entre
15°C e 30°C). Não armazene em temperatura abaixo de 15ºC, pois isso pode provocar o aparecimento de um
precipitado que, contudo, se dissolverá à temperatura ambiente. Portanto, não se recomenda manter a solução
para infusão em refrigerador.
O produto deve ser inspecionado visualmente para verificar a presença de partículas antes da administração.
Apenas soluções límpidas, livre de partículas devem ser utilizadas.
“Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.”
“Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.”
O cloridrato de moxifloxacino solução para infusão é uma solução límpida e amarela.
“Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você
observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.”
“Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.”
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO? 4

Dose (adultos): A dose recomendada de moxifloxacino é de 400 mg uma vez por dia (1 comprimido
revestido corresponde a 250 mL de solução para infusão) para as indicações mencionadas nesta bula e não
deve ser ultrapassada.
Duração do tratamento: a duração do tratamento deve ser determinada pela gravidade da indicação ou
pela resposta clínica. São feitas as seguintes recomendações gerais para o tratamento de infecções:
A terapia pode ser iniciada por administração intravenosa, seguida de administração oral dos comprimidos
revestidos, quando clinicamente indicado.
Pneumonia adquirida na comunidade: a duração total do tratamento recomendada para a administração
sequencial (intravenosa seguida por oral) é de 7-14 dias.
Infecções complicadas de pele e anexos: duração total do tratamento para a administração sequencial
(intravenosa seguida por oral), 7 - 21 dias.
Infecções intra-abdominais complicadas: duração total do tratamento para a administração sequencial
(intravenosa seguida por oral), 5 - 14 dias.
O período de tratamento recomendado para a respectiva indicação não deve ser excedido.
O cloridrato de moxifloxacino 400 mg solução para infusão intravenosa foram avaliados em estudos
clínicos em esquema de até 21 dias de tratamento (em infecções complicadas de pele e anexos).
Modo de administração
A solução para infusão deve ser aplicada por via intravenosa durante 60 minutos.
A solução para infusão pode ser administrada diretamente ou através de um tubo T juntamente com
soluções para infusão compatíveis. As seguintes soluções para infusão mostraram-se estáveis por um
período de 24 horas, à temperatura ambiente, quando misturadas a cloridrato de moxifloxacino solução
para infusão, podendo ser consideradas como compatíveis: água para injeção, cloreto de sódio 0,9%,
cloreto de sódio 1 M, glicose 5%, 10% ou 40%, xilitol 20%, solução de Ringer, solução de Ringer lactato.
Se for necessário, aplicar outras medicações associadas a cloridrato de moxifloxacino solução para infusão,
cada medicação deve ser administrada separadamente (vide também incompatibilidades).
Somente soluções límpidas poderão ser usadas.
Armazenar na embalagem original. Não refrigere ou congele. Pode ocorrer precipitação se armazenado em
temperaturas frias, que se redissolve na temperatura ambiente. Recomenda-se, portanto, não armazenar a
solução para infusão em geladeira.
Incompatibilidades
As soluções de cloreto de sódio 10% e 20% e de bicarbonato de sódio 4,2% e 8,4% mostraram ser
incompatíveis com a solução de infusão de cloridrato de moxifloxacino.
Informações adicionais para populações especiais:
Não é necessário ajuste de dose em idosos, em pessoas de diferentes grupos étnicos e em pacientes com
alteração da função do fígado.
Crianças e adolescentes: a eficácia e segurança do moxifloxacino em crianças e adolescentes não foram
estabelecidas (veja também “Quando não devo usar este medicamento?”).
Não é necessário o ajuste de dose em pacientes com alteração da função renal e em pacientes em diálise
crônica.
“Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do
tratamento.”
“Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.”
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
Não interrompa o tratamento antes de falar com seu médico.
“Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.”
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

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