Bula simplificada
Bula de Cloridrato de dexmedetomidina
Resumo estruturado baseado na bula oficial registrada na Anvisa.
Bula oficial em PDF · Paciente
Documento registrado na Anvisa para cloridrato de dexmedetomidina
Como Cloridrato de dexmedetomidina funciona no organismo?
Da bula oficial · cloridrato de dexmedetomidina
A dexmedetomidina promove sedação (indução de um estado calmo) sem diminuição da frequência respiratória. Durante esse
estado os pacientes podem ser despertados e são cooperativos. O início de ação deste medicamento ocorre em até 6 minutos e a
meia-vida (tempo necessário para que a quantidade da substância administrada na corrente sanguínea se reduza à metade) de
eliminação é de cerca de 2 horas.
Como usar Cloridrato de dexmedetomidina? Qual a dose?
Da bula oficial · cloridrato de dexmedetomidina
Sedação em Unidade de Terapia Intensiva
O cloridrato de dexmedetomidina foi continuamente infundido em pacientes ventilados mecanicamente antes da extubação,
durante extubação e pós-extubação. Não é necessário descontinuar cloridrato de dexmedetomidina antes da extubação.
Adultos: o cloridrato de dexmedetomidina deve ser individualizado e titulado segundo o efeito clínico desejado. Para pacientes
adultos é recomendável iniciar o cloridrato de dexmedetomidina com uma dose de 1 mcg/kg por dez minutos, seguida por uma
infusão de manutenção que pode variar de 0,2 a 0,7 mcg/kg/h. A taxa de infusão de manutenção pode ser ajustada para se obter o
efeito clínico desejado. Em estudos clínicos com infusões por mais de 24 horas de duração, foram utilizadas doses baixas como
0,05 mcg/kg/h. O cloridrato de dexmedetomidina tem sido utilizado tanto para pacientes que requerem ventilação mecânica
quanto para aqueles com respiração espontânea após extubação (retirada da sonda usada para intubação). Foi observado que
pacientes recebendo o cloridrato de dexmedetomidina ficam despertáveis e alertas quando estimulados. Este é um componente
esperado da sedação por cloridrato de dexmedetomidina e não deve ser considerado como evidência de falta de eficácia na
ausência de outros sinais e sintomas clínicos.
Para pacientes com insuficiência hepática e/ou renal, pode ser requerido ajuste de dose (ver questão 4. O QUE DEVO SABER
ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO? - Disfunção hepática).
Uso pediátrico:
A segurança e a eficácia do cloridrato de dexmedetomidina em pacientes pediátricos menores de 18 anos não foram estudadas
para sedação em procedimentos ou em UTI. Portanto, cloridrato de dexmedetomidina não é recomendado nesta população.
Disfunção hepática: ajustes de dose podem ser necessários para pacientes com insuficiência hepática (ver questão 4. O QUE
DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO? - Disfunção hepática).
Disfunção renal: nenhum ajuste de dose é necessário para pacientes nefropatas (com doenças nos rins).
Idosos: ajustes de dose podem ser necessários para idosos. Pacientes idosos (mais de 65 anos de idade) frequentemente requerem
doses menores de dexmedetomidina.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o
tratamento sem o conhecimento do seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Como cloridrato de dexmedetomidina é um medicamento de uso exclusivamente hospitalar, o plano de tratamento é definido pelo
médico que acompanha o caso. Se o paciente não receber uma dose deste medicamento, o médico deve redefinir a programação
do tratamento. O esquecimento da dose pode comprometer a eficácia do tratamento.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Os eventos indesejáveis incluem dados de estudos clínicos de sedação na Unidade de Terapia Intensiva, nos quais 576 pacientes
receberam cloridrato de dexmedetomidina, e de estudos de infusão contínua da dexmedetomidina para sedação em pacientes
internados em unidades de terapia intensiva, controlados com placebo, nos quais 387 pacientes receberam o cloridrato de
dexmedetomidina. Em geral, os eventos indesejáveis mais frequentemente observados, emergentes do tratamento foram
hipotensão, hipertensão, bradicardia, febre, vômitos, hipoxemia (níveis baixos de oxigênio no sangue), taquicardia (rapidez
excessiva no funcionamento do coração), anemia, boca seca e náusea.
Os eventos indesejáveis mais frequentemente observados, emergentes do tratamento e relacionados ao medicamento estão
incluídos na tabela abaixo.
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Eventos adversos surgidos e relacionados# com o tratamento, com incidência maior que 1%, em todos os pacientes tratados com
dexmedetomidina nos estudos fase II/III de infusão contínua.
Evento adverso
Pacientes tratados com
dexmedetomidina
(N = 576)
Pacientes randomizados
com dexmedetomidina
(N = 387)
Placebo (N = 379)
Hipotensão 121 (21%) 84 (22%)* 16 (4%)
Hipertensão 64 (11%) 47 (12%)* 24 (6%)
Bradicardia 35 (6%) 20 (5%)* 6 (2%)
Boca seca 26 (5%) 13 (3%) 4 (1%)
Náusea 24 (4%) 16 (4%) 20 (5%)
Sonolência 9 (2%) 3 (menor que 1%) 3 (menor que 1%)
* Diferença estatisticamente significativa entre grupo dexmedetomidina e placebo, (randomizado) p ≤ 0,05.
# Eventos adversos relacionados com o tratamento: inclui todos os eventos considerados possíveis ou prováveis de estarem
relacionados ao tratamento, como avaliado pelos investigadores, e aqueles eventos cuja causalidade ficou desconhecida ou
inespecificada.
Os efeitos adversos são relatados em ordem decrescente de frequência.
Quem não deve usar Cloridrato de dexmedetomidina?
Da bula oficial · cloridrato de dexmedetomidina
O cloridrato de dexmedetomidina é contraindicado em pacientes com alergia conhecida à dexmedetomidina ou qualquer
excipiente da fórmula.
Quais os cuidados ao usar Cloridrato de dexmedetomidina?
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Administração do medicamento
O cloridrato de dexmedetomidina é indicado apenas para uso hospitalar. O cloridrato de dexmedetomidina deve ser administrado
apenas por pessoas qualificadas no manejo de pacientes em terapia intensiva ou sala de cirurgia. Devido aos efeitos
farmacológicos conhecidos do cloridrato de dexmedetomidina, os pacientes devem ser continuamente monitorados quanto a sinais
precoces de hipotensão, hipertensão, bradicardia, depressão respiratória, obstrução das vias aéreas, apneia, dispneia e/ou
dessaturação de oxigênio, enquanto estiverem recebendo cloridrato de dexmedetomidina. O oxigênio suplementar deve estar
imediatamente disponível e fornecido quando indicado.
Observou-se que alguns pacientes recebendo cloridrato de dexmedetomidina podem ser despertados e ficarem alertas quando
estimulados. Este fato isolado não deve ser considerado como evidência de falta de eficácia na ausência de outros sinais e
sintomas e clínicos.
Hipotensão, bradicardia e parada sinusal
Episódios clinicamente significativos de bradicardia (lentidão excessiva do coração) e parada sinusal (interrupção temporária na
geração de impulso nas fibras musculares do coração) foram reportados com a utilização de cloridrato de dexmedetomidina em
voluntários jovens, saudáveis e com tônus vagal elevado (aumento no número de impulsos transmitidos pelo nervo vago) ou, pela
utilização por vias diferentes incluindo a utilização intravenosa rápida ou em bolus.
Relatos de hipotensão (pressão arterial anormalmente baixa) e bradicardia foram associados com a infusão de cloridrato de
dexmedetomidina. Alguns desses casos resultaram em fatalidade. Porque o cloridrato de dexmedetomidina tem o potencial para
aumentar bradicardia induzida por estímulo vagal, os médicos devem estar preparados para intervir.
Deve haver cautela quando utilizar o cloridrato de dexmedetomidina em pacientes com bloqueio cardíaco avançado e/ou disfunção
ventricular grave. Uma vez que o cloridrato de dexmedetomidina diminui as atividades do sistema nervoso simpático (resposta do
corpo em situações estressantes), hipotensão e/ou bradicardia podem ser esperadas por serem mais pronunciados em pacientes
com hipovolemia (quando há pouco líquido dentro dos vasos sanguíneos), diabetes mellitus ou hipertensão (pressão arterial alta)
crônica e em pacientes idosos.
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Em estudos clínicos onde outros vasodilatadores (produzem relaxamento e dilatação dos vasos sanguíneos) ou agentes
cronotrópicos (que atuam no ritmo cardíaco) negativos foram coadministrados com cloridrato de dexmedetomidina, não foi
observado um efeito farmacodinâmico (modo como as substâncias afetam o corpo) aditivo. Ainda assim, deve-se ter cuidado
quando tais agentes forem administrados com cloridrato de dexmedetomidina.
Se intervenção médica for necessária, o tratamento pode incluir a diminuição ou interrupção da infusão do cloridrato de
dexmedetomidina, aumentando o índice de utilização intravenosa de fluidos, elevação das extremidades inferiores e uso de
agentes vasopressores (que aumentam a pressão sanguínea). A utilização de agentes anticolinérgicos (por exemplo, glicopirrolato,
atropina) deve ser considerada para modificar o tônus vagal.
Eventos clínicos de bradicardia ou hipotensão podem ser potencializados quando o cloridrato de dexmedetomidina é usado
simultaneamente ao propofol ou midazolam. Portanto, considerar redução de dose de propofol ou midazolam. Pacientes idosos
acima de 65 anos de idade, ou pacientes diabéticos têm maior tendência à hipotensão com a utilização do cloridrato de
dexmedetomidina. Todos os episódios reverteram espontaneamente ou foram tratados com a terapia padrão.
Hipertensão temporária
Hipertensão temporária foi observada principalmente durante a infusão inicial, associada a efeitos vasoconstritores periféricos
iniciais do cloridrato de dexmedetomidina. O tratamento da hipertensão temporária geralmente não foi necessário, embora a
redução da taxa de infusão de ataque seja desejável. Após a infusão inicial, os efeitos centrais do cloridrato de dexmedetomidina
dominam e a pressão sanguínea geralmente diminui.
Insuficiência adrenal
Estudos em animais sugerem diminuição da função da glândula adrenal a depender da dose.
Crianças
A eficácia, segurança do cloridrato de dexmedetomidina em pacientes pediátricos com idade inferior a 18 anos não foram
estudadas. Portanto, cloridrato de dexmedetomidina não deve ser utilizado nesta população.
Pacientes idosos
Uma redução de dose pode ser considerada em pacientes acima de 65 anos de idade (ver questão 6. COMO DEVO USAR ESTE
MEDICAMENTO?).
Disfunção hepática (fígado)
Em pacientes com graus variáveis de insuficiência hepática os valores da depuração (eliminação) foram menores do que em
pacientes saudáveis. Os valores médios da depuração para pacientes com insuficiência hepática leve, moderada e grave foram
respectivamente 74%, 64% e 53%, dos valores observados em pacientes normais e saudáveis. Embora o cloridrato de
dexmedetomidina seja dosado segundo o efeito desejado, talvez seja necessário considerar redução da dose, dependendo do grau
de disfunção hepática do paciente.
Abstinência
Sedação em unidade intensiva de tratamento
Os eventos mais comuns foram náusea, vômito e agitação.
Se taquicardia e/ou hipertensão ocorrerem após a descontinuação do cloridrato de dexmedetomidina, terapia de suporte é indicada.
Toxicologia Animal e/ou Farmacologia
Não houve diferenças na resposta do cortisol estimulada pelo hormônio adrenocorticotrófico (ACTH) em cães após uma dose
única de dexmedetomidina em comparação com o controle da solução salina. No entanto, após infusões subcutâneas contínuas de
dexmedetomidina a 3 mcg/kg/h e 10 mcg/kg/h durante uma semana em cães, a resposta do cortisol estimulada por ACTH
diminuiu em aproximadamente 27% e 40%, respectivamente, em comparação com animais de controle tratados com solução
salina, indicando uma supressão adrenal dependente da dose.
Sedação Processual
Em pacientes adultos, não foram observados sintomas de abstinência após a descontinuação de infusões de curta duração de
cloridrato de dexmedetomidina (< 6 horas).
Hipertermia
O cloridrato de dexmedetomidina pode induzir hipertermia que pode ser resistente aos métodos tradicionais de resfriamento. O
cloridrato de dexmedetomidina deve ser descontinuado e a hipertermia deve ser tratada com medidas clínicas convencionais.
Risco de mortalidade
O uso de cloridrato de dexmedetomidina por mais de 24 horas foi associado a um aumento da mortalidade em pacientes adultos de
UTI com 63,7 anos de idade ou menos em comparação com os cuidados habituais.
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Convulsões
A dexmedetomidina não possui a ação anticonvulsivante de alguns outros sedativos e, portanto, não suprime a atividade
convulsiva subjacente.
Uso durante a gravidez
Não existem estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas. A dexmedetomidina demonstrou atravessar a barreira
placentária em estudos publicados em animais e humanos. O cloridrato de dexmedetomidina deverá ser utilizado durante a
gravidez somente se os benefícios potenciais justificarem os riscos potenciais para o feto. A segurança do cloridrato de
dexmedetomidina no trabalho de parto e nascimento não foi estudada e, portanto, não é recomendada para uso obstétrico,
incluindo partos por cirurgia cesariana.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Uso durante a amamentação
O cloridrato de dexmedetomidina é excretado no leite humano, mas não foram realizados estudos que avaliam os efeitos da
dexmedetomidina em crianças amamentadas e na produção de leite.
Os benefícios do desenvolvimento e da saúde da amamentação devem ser considerados juntamente com a necessidade clínica da
mãe de dexmedetomidina e quaisquer potenciais efeitos adversos da dexmedetomidina na criança amamentada.
Uma mulher que amamenta pode considerar interromper a amamentação, ordenhar e descartar o leite materno por 24 horas após
receber a dexmedetomidina, a fim de minimizar a exposição potencial ao medicamento a um recém-nascido amamentado.
Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano.
O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-
dentista.
Quais os efeitos colaterais de Cloridrato de dexmedetomidina?
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no sangue), hipocalemia (níveis baixos de potássio no sangue), hiperglicemia (nível alto de açúcar no sangue), hipocalcemia (nível
baixo de cálcio no sangue), agitação, bradicardia (frequência cardíaca baixa), fibrilação arterial (arritmia), taquicardia, taquicardia
sinusal (frequência cardíaca alta), hipotensão (pressão arterial baixa), hipertensão (pressão arterial alta), efusão pleural (acúmulo
de liquido entre as camadas que revestem os pulmões), edema e chiado pulmonar, boca seca, pirexia, edemas periféricos,
diminuição da produção urinária.
Cloridrato de dexmedetomidina interage com outros medicamentos?
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Anestésicos, sedativos, hipnóticos e opioides
A utilização simultânea de cloridrato de dexmedetomidina com medicamentos anestésicos, sedativos, hipnóticos e opioides tende
a aumentar o seu efeito. Estudos específicos confirmam estes efeitos com sevoflurano, isoflurano, propofol, alfentanila e
midazolam. Nenhuma interação foi evidenciada entre cloridrato de dexmedetomidina e isoflurano, propofol, alfentanila e
midazolam. Entretanto, devido aos efeitos, quando se utiliza cloridrato de dexmedetomidina com estes agentes, a redução da dose
de cloridrato de dexmedetomidina ou do sedativo, hipnótico, opioide ou anestésico concomitante pode ser necessária.
Bloqueadores neuromusculares (medicamentos que interrompem a transmissão de impulsos nervosos)
Em um estudo de 10 voluntários sadios, a utilização de cloridrato de dexmedetomidina por 45 minutos na concentração plasmática
de 1 ng/mL, não resultou em aumento clinicamente significativo da grandeza do bloqueio neuromuscular, associado com a
utilização de rocurônio.
Medicamentos com Atividades Cardiovasculares
A possibilidade de efeitos hipotensores e bradicárdicos aumentados deve ser considerada em pacientes a receber outros
medicamentos que causem estes efeitos, por exemplo betabloqueadores, embora os efeitos adicionais em um estudo de interação
com esmolol tenham sido modestos.
Você não deve dirigir veículos ou operar máquinas durante todo o tratamento, pois sua habilidade e capacidade de reação
podem estar prejudicadas.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
O uso deste medicamento pode causar tontura, desmaios ou perda da consciência, expondo o paciente a quedas ou
acidentes.
O que fazer em caso de superdose de Cloridrato de dexmedetomidina?
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destes pacientes não tiveram sintomas reportados; um paciente recebeu 2 mcg/kg de dose de ataque durante 10 minutos (duas
vezes a dose de ataque recomendada) e um paciente recebeu a infusão de manutenção de 0,8 mcg/kg/hora. Dois outros pacientes
que receberam 2 mcg/kg de dose de ataque durante 10 minutos tiveram bradicardia e/ou hipotensão. Um paciente que recebeu
bolus de dexmedetomidina não diluído (19,4 mcg/kg) teve uma parada cardíaca da qual foi ressuscitado com sucesso.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou
bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
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Como guardar Cloridrato de dexmedetomidina?
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O produto deve ser armazenado em temperatura ambiente (de 15°C a 30ºC) antes da diluição. Não é necessária refrigeração.
O prazo de validade é de 24 meses a partir da data de fabricação.
Após a diluição do concentrado, este medicamento pode ser utilizado em até 24 horas, se armazenado em temperatura
ambiente (de 15°C a 30ºC) ou em geladeira (de 2°C a 8°C) (ver questão 6. COMO DEVO USAR ESTE
MEDICAMENTO?).
Soluções remanescentes devem ser descartadas decorridas 24 horas da diluição.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
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Características físicas e organolépticas: líquido límpido incolor.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no
aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
O cloridrato de dexmedetomidina deve ser utilizado apenas por profissional habilitado tecnicamente no cuidado de pacientes sob
tratamento intensivo. Devido aos efeitos conhecidos, os pacientes devem ser monitorados continuamente. A utilização de injeções
em bolus (infusão rápida) de cloridrato de dexmedetomidina não deve ser utilizada para minimizar os efeitos colaterais
indesejáveis. Eventos clínicos como bradicardia e parada sinusal têm sido associados com a utilização de cloridrato de
dexmedetomidina em alguns voluntários jovens saudáveis com tônus vagal alto ou nos quais a utilização foi diferente da
recomendada, como infusão intravenosa rápida ou administração em bolus.
Administração: deve ser utilizado um equipamento de infusão controlada para administrar o cloridrato de dexmedetomidina.
Preparo da Solução
Técnicas estritamente assépticas (livre de microrganismos) devem ser sempre mantidas durante o manuseio do cloridrato de
dexmedetomidina.
Os medicamentos parenterais devem ser inspecionados visualmente, quanto as partículas e alterações de cor, antes da
administração, sempre que a solução e o recipiente permitirem.
Dexmedetomidina solução injetável, 200 mcg/2 mL (100 mcg/mL)
O cloridrato de dexmedetomidina deve ser diluído com solução de cloreto de sódio a 0,9% para atingir a concentração necessária
(4 mcg/mL) antes da administração
A preparação das soluções para infusão é a mesma, tanto para dose inicial como para infusão de manutenção.
Para preparar a infusão, retire 2 mL do cloridrato de dexmedetomidina solução injetável concentrada para infusão e adicione 48
mL de cloreto de sódio a 0,9% para totalizar 50 mL. Para misturar de modo correto, agite suavemente. O cloridrato de
dexmedetomidina deve ser utilizado através de um sistema de infusão controlada. Após a diluição do concentrado, o produto deve
ser utilizado imediatamente, e descartado decorridas 24 horas da diluição. Caso o produto não seja utilizado imediatamente após a
diluição, recomenda-se o armazenamento da solução em geladeira (de 2 a 8ºC) por não mais de 24 horas para reduzir o risco
microbiológico.
Cada ampola deve ser usada somente em um paciente.
O cloridrato de dexmedetomidina demonstrou ser compatível quando administrado com seguintes medicamentos intravenosos:
0,9% de cloreto de sódio em água, 5% de dextrose em água, 20% de manitol, solução de ringer lactato, 100 mg/mL de solução de
sulfato de magnésio, 0,3% de solução de cloreto de potássio, cloridrato de alfentanila, sulfato de amicacina, aminofilina, cloridrato
de amiodarona, ampicilina sódica, ampicilina sódica + sulbactam sódica, azitromicina, aztreonam, tosilato de bretílio, bumetanida,
tartarato de butorfanol, gluconato de cálcio, cefazolina sódica, cloridrato de cefipima, cefoperazona sódica, cefotaxima sódica,
cefotetana sódica, cefoxitina sódica, ceftazidima, ceftizoxima sódica, ceftriaxona sódica, cefuroxima sódica, cloridrato de
clorpromazina, cloridrato de cimetidina, ciprofloxacino, besilato de cisatracúrio, fosfato de clindamicina, fosfato sódico de
dexametasona, digoxina, cloridrato de diltiazem, cloridrato de difenidramina, cloridrato de dobutamina, mesilato de dolasetrona,
cloridrato de dopamina, hiclato de doxiciclina, droperidol, enalapril, cloridrato de efedrina, cloridrato de epinefrina, lactobionato
de eritromicina, esmolol, famotidina, mesilato de fenoldopam, fluconazol, furosemida, gatifloxacino, sulfato de gentamicina,
cloridrato de granisetrona, lactato de haloperidol, heparina sódica, succinato sódico de hidrocortisona, cloridrato de hidromorfona,
cloridrato de hidroxizina, lactato de inamrinona, cloridrato de isoproterenol, cetorolaco de trometamina, labetalol, levofloxacino,
cloridrato de lidocaína, linezolida, lorazepam, cloridrato de meperidina, succinato sódico de metilprednisolona, cloridrato de
metoclopramida, metronidazol, lactato de milrinona, cloridrato de nalbufina, nitroglicerina, bitartarato de norepinefrina,
ofloxacino, cloridrato de ondansetrona, piperacilina sódica, piperacilina sódica + tazobactam sódico, cloridrato de procainamida,
edisilato de proclorperazina, cloridrato de prometazina, propofol, cloridrato de ranitidina, brometo de rapacurônio, cloridrato de
remifentanila, brometo de rocurônio, bicarbonato de sódio, nitroprusseto de sódio, citrato de sufentanila, sulfametoxazol,
trimetoprima, teofilina, ticarcilina dissódica, ticarcilina dissódica + clavulanato de potássio, sulfato de tobramicina, cloridrato de
vancomicina, cloridrato de verapamil, tiopental sódico, etomidato, brometo de vecurônio, brometo de pancurônio, succinilcolina,
besilato de atracúrio, cloreto de mivacúrio, brometo de glicopirrônio, cloridrato de fenilefrina, sulfato de atropina, midazolam,
sulfato de morfina, citrato de fentanila, além de substitutos do plasma.
Compatibilidade com borracha natural: estudos de compatibilidade demonstraram o potencial de absorção de cloridrato de
dexmedetomidina em alguns tipos de borracha natural.
Incompatibilidades
Administração com outros medicamentos
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O cloridrato de dexmedetomidina não deve ser coadministrado através do mesmo cateter intravenoso com sangue ou plasma
porque a compatibilidade física não foi estabelecida.
O cloridrato de dexmedetomidina mostrou-se incompatível quando administrado com os seguintes medicamentos: anfotericina B e
diazepam.
Medicamentos com Cloridrato de dexmedetomidina
cloridrato de dexmedetomidina
EUGIA PHARMA INDUSTRIA FARMACEUTICA LTDA · 1 apresentação(ões)
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PRECEDEX
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cloridrato de dexmedetomidina
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UNIÃO QUÍMICA FARMACÊUTICA NACIONAL S/A · 1 apresentação(ões)
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CLORIDRATO DE DEXMEDETOMIDINA
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