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Bula simplificada

Bula de Cloridrato de clonidina

Resumo estruturado baseado na bula oficial registrada na Anvisa.

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Bula oficial em PDF · Paciente

Documento registrado na Anvisa para cloridrato de clonidina

Como Cloridrato de clonidina funciona no organismo?

Da bula oficial · cloridrato de clonidina

A clonidina é um agonista α2 adrenérgico parcial, interagindo também com receptores imidazolínicos. O perfil
farmacológico é complexo, tendo como variáveis principais: a dose; a distribuição dos receptores no SNC,
tecidos vasculares e órgãos; via de administração e interação com outros fármacos. Em doses terapêuticas pela
via sistêmica age de forma sinérgica com anestésicos opioides lipofílicos e com benzodiazepínicos. A demanda
de oxigênio é diminuída.
Através das vias intratecal e epidural, a clonidina exerce efeito analgésico de ação opioide, por interação com
receptores adrenérgicos localizados no corno dorsal da medula.
Atua sinergicamente com opioides lipofílicos e anestésicos locais.
Em doses baixas, o efeito hipotensivo é predominante e está relacionado com a inibição dos neurônios
catecolaminérgicos na região dos núcleos reticulares no tronco cerebral. Receptores imidazolínicos, situados
ventro-lateralmente na medula oblonga também estariam envolvidos neste efeito.
A elevada lipossolubilidade da clonidina (coeficiente de partição octanol/água de 114:1) explica a sua
distribuição predominante no sistema nervoso. Após 10 minutos de infusão intravenosa de 300 mcg de
clonidina a cinco voluntários do sexo masculino, os níveis plasmáticos de clonidina mostraram uma fase de
distribuição inicial rápida seguido de uma fase de eliminação mais lenta durante 24 horas.
A meia-vida de eliminação está entre 9 e 12 horas. Cerca de 50% são metabolizados para componentes inativos
no fígado e o restante é eliminado inalterado pelos rins. O desempenho insuficiente da função renal pode alterar
estes valores, prolongando a retenção do fármaco.
O efeito analgésico inicia-se 15 minutos após a aplicação intratecal, epidural, intramuscular ou intravenosa.
A analgesia é potente e de curta duração (4 a 6 horas) para as aplicações intratecais e epidurais; é menos
consistente nas aplicações intramuscular e intravenosa.
Apenas a administração intratecal segue um perfil dose-dependente: o tempo para o início da analgesia pode
ser reduzido para 3 minutos e a duração prolongada para até 14 horas em função da dose.

Como usar Cloridrato de clonidina? Qual a dose?

Da bula oficial · cloridrato de clonidina

com anestésicos locais (lidocaína, bupivacaína e mepivacaína) o procedimento e a dose mais usual consiste na
adição de 150 mcg de cloridrato de clonidina solução injetável à dose escolhida do anestésico local, antes da
aplicação.
INSTRUÇÕES
1. Deixar a ampola na posição de aproximadamente 45° (minimizando o risco de que partículas caiam dentro
da ampola).
2. Com a ponta do dedo polegar fazer apoio no estrangulamento (lado oposto ao ponto de tinta e a incisão).
Com o dedo indicador envolver a parte superior da ampola (balão), pressionando-a para trás.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Uma vez que este medicamento é administrado por um profissional da saúde em ambiente hospitalar não
deverá ocorrer esquecimento do seu uso.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
- Reação muito comum (> 1/10): hipotensão, hipotensão ortostática, náuseas, xerostomia, astenia, confusão,
tontura, sonolência.
- Reação comum (> 1/100 e < 1/10): bradiarritmia, precordialgia, diminuição ou aumento do débito cardíaco,
taquicardia, sudorese, obstipação, zumbido, agitação, nervosismo, alucinações, disfunção erétil, diminuição da
atividade sexual, perda da libido, fadiga.
- Reação incomum (> 1/1.000 e < 1/100): palpitação, alopecia, erupções na pele, prurido, rash, urticaria,
ginecomastia, pseudo-obstrução intestinal crônica, parotidite, cefaleia, insônia, depressão, dificuldade de
micção, noctúria, retenção urinária, angioedema, mal-estar.
- Reação rara (> 1/10.000 e < 1.000): bloqueio atrioventricular, bradicardia atrioventricular - nó sinoatrial,
insuficiência cardíaca congestiva, fenômeno de Raynaud, bradicardia sinusal, ritmo nodal sinusal, síncope,
trombocitopenia, hepatite, acidente vascular cerebral, visão embaçada, sensação de queimação nos olhos, olhos
ressecados, delírio, distúrbios do sonho, inquietação, ressecamento de mucosa nasal, acidente vascular cerebral
após abrupta interrupção do tratamento com clonidina, morte após abrupta interrupção do tratamento com
clonidina.
- Relatos de casos: prolongamento do intervalo QT, hipertensão rebote, obstrução gastrointestinal, aumento da
pressão intracraniana, episódios de apneia, abuso do fármaco, arritmias ventriculares sérias após abruptas
interrupções do tratamento com clonidina.
- Sem informação detalhada: diminuição da pressão arterial diastólica e sistólica, lúpus eritematoso
sistêmico, desordens psicóticas agudas (exacerbação de tiques ou alucinações visuais e auditivas), depressão
respiratória, retirada da droga: o aumento agudo da pressão arterial (crise hipertensiva) após a interrupção
abrupta da terapêutica clonidina é bem documentado, síndrome de abstinência aguda da clonidina (dor de
cabeça, tonturas, transpiração, palpitações, ansiedade, insônia, tremores, dispneia e compressão do peito,
aumento da excreção de adrenalina e noradrenalina urinária (catecolaminas) e aumento da atividade da renina
plasmática), eventos adversos neurológicos associados com a privação de clonidina (cefaleia), eventos adversos
psiquiátricos associados com a privação de clonidina (ansiedade, suor, palpitações e tremores).
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo
uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
Pode haver desenvolvimento de hipertensão precoce seguida de hipotensão, bradicardia, depressão respiratória,
hipotermia, sonolência, reflexos diminuídos ou ausentes, irritabilidade e miose. Com doses orais excessivas
foram relatadas, alterações na condução cardíaca reversível ou arritmias, apneia, coma e convulsões.

Quem não deve usar Cloridrato de clonidina?

Da bula oficial · cloridrato de clonidina

Este medicamento é contraindicado em pacientes com histórico de reações de hipersensibilidade à clonidina,
bem como a outros componentes do medicamento.
A administração epidural é contraindicada na presença de infecção no local da injeção, em pacientes sob
terapia anticoagulante e naqueles com diátese hemorrágica.
A administração de cloridrato de clonidina acima de C4 é contraindicada uma vez que não existem dados de
segurança suficientes para este uso.
O medicamento também é contraindicado em caso de:
- Diferentes formas de agitação e perturbações do coração, como por exemplo, "síndrome de Sinusknoten" ou
bloqueio atrioventricular II e III;
- Pacientes portadores de doença no nó sinusal;
- Frequência cardíaca abaixo de 50 batidas por minuto;
- Período de amamentação;
- Depressão.

Quais os cuidados ao usar Cloridrato de clonidina?

Da bula oficial · cloridrato de clonidina

As indicações para o produto não preveem tratamento prolongado.
O uso prolongado (6 ou mais dias) requer cuidados especiais: o tratamento não deve ser interrompido
abruptamente; pode haver efeito rebote, com desestabilização do quadro hemodinâmico. Em portadores de
hipertensão, a interrupção brusca pode levar as crises hipertensivas graves, de consequências imprevisíveis.
O fármaco deve ser usado com cautela em portadores de doenças vasculares cerebrais, nos casos de
insuficiência coronária ou de infarto do miocárdio recente, nos portadores de distúrbios vasculares periféricos
oclusivos tais como a doença de Raynaud e em casos de histórico depressivo.
Durante o tratamento com cloridrato de clonidina, a frequência cardíaca não deve estar abaixo de 56 batimentos
por minuto.
Os portadores de lentes de contato devem ocasionalmente observar a diminuição do fluxo lacrimal.
Gerais
Efeitos Cardíacos: a clonidina epidural causa frequentemente diminuição na frequência cardíaca. A
bradicardia sintomática pode ser tratada com atropina. Raramente foi relatado bloqueio atrioventricular maior
do que o do I Grau. O fármaco não altera a resposta hemodinâmica ao exercício, mas pode mascarar o aumento
do batimento cardíaco associado com a hipovolemia.
Depressão Respiratória e Sedação: a administração de clonidina pode resultar em sedação através da ativação
dos alfa-adrenoceptores no tronco cerebral. Altas doses de clonidina causam sedação e anormalidades
ventilatórias normalmente moderadas. Pode haver desenvolvimento de tolerância a esses efeitos com a
administração crônica. Esses efeitos têm sido relatados com doses em bolus, que são significativamente
maiores que a velocidade de infusão recomendada para o tratamento da dor no câncer.
Depressão: tem ocorrido depressão em pequena porcentagem de pacientes tratados com clonidina oral ou
transdérmica. A depressão ocorre normalmente em pacientes com câncer e pode ser exacerbada pelo tratamento
com a clonidina. Os pacientes, especialmente aqueles com história conhecida de desordens afetivas, devem ser
monitorados em relação aos sinais e sintomas de depressão.
Dor de Origem Visceral ou Somática: em pesquisas clínicas, nas doses testadas, a clonidina mostrou-se mais
efetiva na dor neuropática bem localizada, caracterizada como de natureza elétrica, de queimação, pontada,
localizada nos dermátomos ou distribuída ao longo do nervo periférico. O medicamento pode ser menos
efetivo, ou possivelmente inefetivo no tratamento da dor difusa, pouco localizada ou de origem visceral.
Hipotensão
Pode ocorrer grave hipotensão após a administração de cloridrato de clonidina e, portanto, cuidados devem ser
tomados com todos os pacientes. O produto não é recomendado na maioria dos pacientes com doença
cardiovascular grave ou para aqueles que são hemodinamicamente instáveis. O benefício de sua administração
nesses pacientes deve ser cuidadosamente calculado contra os potenciais riscos resultantes da hipotensão.
Os sinais vitais devem ser frequentemente monitorados, especialmente durante os primeiros dias da terapia
epidural com cloridrato de clonidina. Quando a clonidina é infundida nos segmentos espinhais torácicos
superiores, podem ser verificadas quedas mais pronunciadas na pressão sanguínea.
A clonidina diminui o estímulo simpático do sistema nervoso central resultando em diminuição da resistência
periférica, resistência vascular renal, frequência cardíaca e pressão sanguínea. Contudo, na ausência de
hipotensão profunda, o fluxo arterial renal e a taxa de filtração glomerular permanecem essencialmente
inalterados.
Os relatos publicados sobre o uso de clonidina epidural na analgesia intra e pós-operatória, também
demonstram hipotensão consistente e marcante como resposta ao fármaco. Pode ocorrer hipotensão grave
mesmo se houver pré-tratamento com fluído intravenoso.

Abstinência
A interrupção repentina do tratamento com clonidina, independente da via de administração, tem resultado, em
alguns casos, em sintomas como nervosismo, agitação, cefaleia e tremor, acompanhado ou seguido por uma
rápida elevação na pressão sanguínea. A probabilidade de tais reações parece ser maior com o uso de doses
mais altas ou com o tratamento concomitante com betabloqueadores. Nestas situações devem ser tomados
cuidados especiais. Após retirada abrupta de clonidina foram relatados casos raros de encefalopatia
hipertensiva, acidentes cerebrovasculares e óbito. Pacientes com histórico de hipertensão e/ou outras condições
cardiovasculares subjacentes podem estar sob risco das consequências da descontinuação abrupta da clonidina.
O monitoramento cuidadoso do funcionamento da bomba de infusão e a inspeção do cateter, verificando a
existência de obstrução ou deslocamento, pode reduzir o risco de supressão abrupta inadvertida de clonidina
epidural. Os pacientes devem comunicar imediatamente seu médico se houver interrupção inadvertida, por
qualquer razão, da administração de clonidina. Os pacientes também devem ser instruídos para não
descontinuar a terapia sem consultar o médico.
Quando houver descontinuação da terapia epidural com clonidina, o médico deve reduzir a dose gradualmente
por 2 a 4 dias para evitar os sintomas de abstinência.
Um excessivo aumento na pressão arterial, após a descontinuação da clonidina epidural, pode ser tratado com
clonidina ou fentolamina intravenosa. Se a terapia tiver que ser descontinuada em pacientes sob tratamento
concomitante com clonidina e betabloqueadores, o betabloqueador deve ser interrompido vários dias antes da
descontinuação gradual da clonidina epidural.
Infecções
As infecções relacionadas com os cateteres epidurais implantados são um sério risco. A ocorrência de febre em
paciente que esteja recebendo clonidina epidural deve incluir a possibilidade de infecção relacionada com o
cateter, tal como a meningite ou abcesso epidural.
Informação para pacientes
Os pacientes devem ser instruídos sobre os riscos da hipertensão rebote e avisados para não descontinuar a
clonidina, exceto sob a supervisão de um médico. Os pacientes devem notificar o seu médico imediatamente se
o uso de clonidina for inadvertidamente interrompido por qualquer razão. Os pacientes que se envolvem em
atividades potencialmente perigosas, tais como a utilização de máquinas ou de condução, devem ser
aconselhados sobre os efeitos sedativo e hipotensor potenciais da clonidina epidural. Eles também devem ser
informados de que os efeitos sedativos podem ser aumentados por fármacos depressores do SNC como o álcool
e barbitúricos, e que os efeitos hipotensores podem ser aumentados por opiáceos.
Carcinogenicidade, Mutagenicidade e Diminuição da Fertilidade
A clonidina não mostrou potencial carcinogênico em estudo com animais. A fertilidade de ratos machos ou
fêmeas não foi afetada pelas doses de cloridrato de clonidina de 150 mcg/kg, ou cerca de 0,5 vez a dose
máxima humana recomendada. A fertilidade de ratos fêmeas, contudo, pareceu ser afetada em outra
experiência com níveis de doses orais de 500 a 2000 mcg/Kg, ou 2 a 7 vezes a dose máxima humana
recomendada.
Uso em Analgesia Pós-Operatória ou Obstétrica
O cloridrato de clonidina não é recomendado para o controle da analgesia do parto, pós-parto ou peri-cirúrgica.
O risco de instabilidade hemodinâmica, especialmente hipotensão e bradicardia, após clonidina epidural, pode
ser inaceitável nesses pacientes.
Gravidez
Os estudos de reprodução em coelhos, com doses de cloridrato de clonidina em concentrações de até a dose
máxima humana recomendada, não demonstraram evidência de potencial teratogênico ou embriotóxico. Em
ratos, contudo, doses baixas de até 1/3 da dose máxima humana recomendada, foram associadas com
reabsorções aumentadas, em um estudo no qual as ratas foram tratadas continuamente dois meses antes do
acasalamento.
A clonidina atravessa rapidamente a placenta e suas concentrações são similares no plasma materno e no do
cordão umbilical; as concentrações do fluído amniótico podem ser 4 vezes àquelas encontradas no soro. Não
existem estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas durante o início da gestação, quando
ocorre a formação dos órgãos. Os estudos utilizando clonidina epidural durante o parto, não têm demonstrado

Quais os efeitos colaterais de Cloridrato de clonidina?

Da bula oficial · cloridrato de clonidina

hemodinâmicos na criança, nos dias após o parto. O cloridrato de clonidina injetável deve ser usado durante a
gravidez somente se os potenciais benefícios justificarem o potencial risco ao feto.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-

dentista.
Parto e trabalho de parto
Não existem estudos clínicos adequadamente controlados avaliando a segurança, eficácia e dose da clonidina
em procedimentos obstétricos. O uso de clonidina como analgésico durante o parto e trabalho de parto não é
indicado, pelo fato de a perfusão materna da placenta ser criticamente dependente da pressão sanguínea.
Amamentação
As concentrações de clonidina no leite humano são de aproximadamente duas vezes àquelas encontradas no
plasma materno. Deve haver muito cuidado ao se administrar clonidina a mulheres em fase de amamentação.
Deve-se tomar a decisão de descontinuar a amamentação ou a administração de clonidina, em função do

Cloridrato de clonidina interage com outros medicamentos?

Da bula oficial · cloridrato de clonidina

A clonidina potencializa os efeitos depressivos do SNC do álcool, barbitúricos ou outros fármacos sedativos.
Os analgésicos narcóticos podem potencializar os efeitos hipotensivos da clonidina.
Não deve ser usada com antidepressivos tricíclicos, agentes bloqueadores beta-adrenérgicos. Os primeiros
podem antagonizar os efeitos hipotensivos da clonidina, sendo que seus efeitos sobre a ação analgésica da
clonidina são desconhecidos. Os agentes betabloqueadores podem contribuir com a hipotensão aguda e podem
exacerbar a resposta hipertensiva verificada com a supressão da clonidina. Também, devido ao potencial para
efeitos aditivos como a bradicardia e o bloqueio AV, cuidados devem ser tomados em pacientes recebendo
clonidina que estejam sob tratamento com agentes que afetem a função do nó sinusal ou a condução AV nodal,
isto é, digitálicos, bloqueadores do canal de cálcio e betabloqueadores.
Existe um relato de caso de paciente com delírio agudo associado com o uso simultâneo de flufenazina e
clonidina oral. Os sintomas cessaram quando houve a suspensão da clonidina e houve recorrência quando a
clonidina foi reinstituída.
A clonidina epidural pode prolongar a duração dos efeitos farmacológicos dos anestésicos locais epidurais,
incluindo tanto o bloqueio sensitivo quanto o motor.
Nota: o medicamento é restrito ao uso hospitalar e sua administração somente deve ser feita por profissionais
familiarizados com os procedimentos anestésicos.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

O que fazer em caso de superdose de Cloridrato de clonidina?

Da bula oficial · cloridrato de clonidina

para a bradicardia, fluídos intravenosos e/ou agentes vasopressores para a hipotensão. A hipertensão associada

Como guardar Cloridrato de clonidina?

Da bula oficial · cloridrato de clonidina

Armazenar em temperatura ambiente (de 15°C a 30°C). Proteger da luz.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Aspecto do medicamento:
Solução límpida, incolor e isenta de partículas estranhas.

Após diluição do medicamento cloridrato de clonidina em solução de cloreto de sódio 0,9% (concentração 15
mcg/mL), ele mantém-se estável por até 24 horas, armazenado em temperatura ambiente (de 15°C a 30°C).
O medicamento não contém conservantes.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
O medicamento deve ser utilizado conforme prescrição médica. O volume disponível em cada unidade não
pode ser inferior ao volume declarado. Para retirada do conteúdo total do medicamento deve-se aspirar o
volume declarado no item “COMPOSIÇÃO”, podendo permanecer solução remanescente na ampola devido à
presença de um excesso mínimo para permitir a retirada e administração do volume declarado.
Atenção: medicamentos parenterais devem ser bem inspecionados visualmente antes da administração, para se
detectar alterações de coloração ou presença de partículas sempre que o recipiente e a solução assim o
permitirem.
As necessidades posológicas são variáveis e devem ser individualizadas conforme a indicação e perfil clínico
do paciente.
Este medicamento deve ser aplicado por profissional de saúde, com o uso de agulhas estéreis e equipos de
infusão, que devem ser adquiridas separadamente. O tipo de agulha e o modo de aplicação serão
definidos pelo profissional responsável.
Na medicação pré-anestésica: as aplicações mais aconselháveis são IM profunda, IV lenta (7 a 10 minutos)
ou diluída, por gotejamento intravenoso. A clonidina é compatível com cloreto de sódio 0,9% para diluição.
Em procedimentos cirúrgicos de longa duração, dose adicional de 150 mcg ou manutenção por gotejamento
intravenoso pode ser necessário.
Na analgesia pós-operatória: a dose inicial recomendada de cloridrato de clonidina para infusão epidural
contínua é de 30 mcg/h. Embora a dose possa ser titulada para mais ou menos, dependendo do alívio da dor e

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