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Bula simplificada

Bula de Cloridrato de clindamicina monoidratado

Resumo estruturado baseado na bula oficial registrada na Anvisa.

Medicamentos

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Apresentações

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Bula oficial em PDF · Paciente

Documento registrado na Anvisa para CLORIDRATO DE CLINDAMICINA

Como Cloridrato de clindamicina monoidratado funciona no organismo?

Da bula oficial · CLORIDRATO DE CLINDAMICINA

O cloridrato de clindamicina é um antibiótico inibidor da síntese proteica bacteriana, ele impede
que as bactérias produzam proteínas que são a base do seu crescimento e reprodução, ou seja,
incapacita a bactéria de crescer e se multiplicar. A maior concentração no sangue do cloridrato de
clindamicina é atingida após 45 minutos da ingestão da cápsula.

Como usar Cloridrato de clindamicina monoidratado? Qual a dose?

Resumo baseado na bula · Clindamin-C

A forma de uso de medicamentos à base de cloridrato de clindamicina varia conforme a indicação médica, idade, peso do paciente e a forma farmacêutica, sendo mais frequentemente administrados por via oral. O uso correto e o cumprimento das orientações profissionais são indispensáveis para garantir a segurança e a eficácia do tratamento. Consulte a bula oficial e um profissional de saúde antes de usar.

Quem não deve usar Cloridrato de clindamicina monoidratado?

Da bula oficial · CLORIDRATO DE CLINDAMICINA

Este medicamento não deve ser usado se você já apresentou hipersensibilidade (reação alérgica) à
clindamicina ou à lincomicina (tipo de antibiótico) ou a qualquer componente da fórmula.

Quais os cuidados ao usar Cloridrato de clindamicina monoidratado?

Da bula oficial · CLORIDRATO DE CLINDAMICINA

Reações de hipersensibilidade graves, incluindo reações cutâneas graves, como reação
medicamentosa com eosinofilia e sintomas sistémicos (DRESS), síndrome de Stevens-Johnson
(SSJ), necrólise epidérmica tóxica (NET), pustulose exantemática aguda generalizada (PEAG) e
síndrome de Kounis têm sido relatados em pacientes recebendo terapia com o cloridrato de
clindamicina. Se ocorrer hipersensibilidade ou reação cutânea grave, o cloridrato de clindamicina

deve ser descontinuado e terapia apropriada deve ser iniciada (vide questão 3. “Quando não devo
usar este medicamento?” e questão 8. “Quais os males que este medicamento pode me causar?”).
O tratamento com antibacterianos altera a flora normal do intestino resultando em um
crescimento excessivo de colônias de bactérias, o que pode levar a diarreia. Quando a bactéria
que cresce em excesso é a Clostridioides difficile a gravidade pode variar de leve a colite fatal
(infecção do cólon, parte do intestino). A diarreia associada a C. difficile pode ocorrer em até dois
meses após a administração de antibióticos.
Este medicamento não deve ser usado para o tratamento de meningite.
Durante tratamento prolongado devem ser realizados testes periódicos de função hepática (do
fígado).
Este medicamento pode causar danos ao fígado. Por isso, seu uso requer acompanhamento
médico estrito e exames laboratoriais periódicos para controle.
A clindamicina é potencialmente nefrotóxica (tóxica para os rins). Em caso de problemas
preexistentes nos rins ou uso concomitante de medicamentos nefrotóxicos, o monitoramento da
função renal deve ser considerado pelo seu médico. Se o tratamento com cloridrato de
clindamicina for prolongado, deve ser realizado monitoramento da função renal.
Devido ao risco de esofagite e úlcera esofágica, é importante seguir as orientações de
administração (vide questão 6. “Como devo usar este medicamento?”).
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou
do cirurgião-dentista.
O cloridrato de clindamicina foi detectado no leite materno. Este medicamento pode causar
efeitos adversos como diarreia, sangue nas fezes ou erupção cutânea no bebê amamentado.
Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano.
O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento
do seu médico ou cirurgião-dentista.
Não use este medicamento durante a amamentação sem orientação médica. Avise ao seu médico
se você estiver amamentando ou vai iniciar amamentação durante o uso deste medicamento.
Sempre avise ao seu médico sobre todas as medicações que você toma quando ele for prescrever
uma medicação nova. O médico precisa avaliar se as medicações reagem entre si alterando a sua
ação, ou da outra; isso se chama interação medicamentosa e pode acontecer se o cloridrato de
clindamicina for usado com: (1) medicamentos que agem bloqueando a comunicação
neuromuscular (interrupção da transmissão dos comandos dos nervos aos músculos) e (2)
rifampicina (um antibiótico que também pode diminuir o efeito de cloridrato de clindamicina),
monitorar a perda de eficácia.
Se você não sabe se usa ou não este tipo de medicamento, pergunte ao seu médico.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro
medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua
saúde.
É importante utilizar este medicamento durante todo o tempo prescrito pelo profissional de
saúde habilitado, mesmo que os sinais e sintomas da infecção tenham desaparecido, pois
isso não significa a cura. A interrupção do tratamento pode contribuir para o aparecimento
de infecções mais graves.

Quais os efeitos colaterais de Cloridrato de clindamicina monoidratado?

Resumo baseado na bula · Clindamin-C

Reações comumente descritas para esta classe incluem diarreia, dores ou desconforto abdominal, náuseas, vômitos, erupções na pele e alterações temporárias no paladar. A presença de diarreia persistente ou intensa deve ser comunicada ao médico. Consulte a bula oficial e um profissional de saúde antes de usar.

Cloridrato de clindamicina monoidratado interage com outros medicamentos?

Resumo baseado na bula · Clindamin-C

Medicamentos à base de cloridrato de clindamicina podem apresentar interações importantes com outras substâncias e classes de remédios. Entre as principais interações descritas na literatura médica, destacam-se os bloqueadores neuromusculares (utilizados em procedimentos anestésicos), pois a clindamicina pode potencializar a ação desses relaxantes musculares. Além disso, a combinação com outros antibióticos, como a eritromicina e derivados, costuma ser evitada por conta da possibilidade de interferência mútua na eficácia do tratamento. O uso concomitante com certas vacinas bacterianas orais também pode ter sua ação reduzida. Para garantir a segurança do tratamento, é fundamental informar ao profissional de saúde todos os medicamentos, fitoterápicos ou suplementos que você esteja utilizando. Consulte a bula oficial e um profissional de saúde antes de usar.

O que fazer em caso de superdose de Cloridrato de clindamicina monoidratado?

Da bula oficial · CLORIDRATO DE CLINDAMICINA

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro
médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001,
se você precisar de mais orientações.

Como guardar Cloridrato de clindamicina monoidratado?

Da bula oficial · CLORIDRATO DE CLINDAMICINA

MEDICAMENTO?

ARMAZENAR EM TEMPERATURA AMBIENTE (DE 15°C A 30°C). PROTEGER DA
UMIDADE.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem
original.
Características do medicamento: Cápsula gelatinosa de cor branca e azul.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e
você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá
utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
A duração do tratamento depende do tipo (local e agentes causadores) e gravidade da infecção,
devendo ser definido pelo seu médico conforme o seu diagnóstico.
Uso em Adultos: a dose diária recomendada é de 600-1.800mg, dividida em 2, 3 ou 4 doses
iguais. Para evitar a possibilidade de irritação do esôfago, cloridrato de clindamicina deve ser
administrado com um copo cheio de água e pelo menos 30 minutos antes de se deitar.
Uso em Idosos: não é necessário ajuste da dose em pacientes idosos com a função hepática e
renal normal (ajustado pela idade).
Uso em Pacientes com Insuficiência Renal: não é necessário o ajuste de dose.
Uso em Pacientes com Insuficiência Hepática: não é necessário o ajuste de dose.
Doses em indicações específicas
Tratamento de infecções por estreptococo beta-hemolítico: Consulte as recomendações de
dosagem em “Uso em adultos”. O tratamento deverá continuar pelo menos durante dez dias.
Tratamento intra-hospitalar de doença inflamatória pélvica: O tratamento deve ser iniciado
com fosfato de clindamicina, por via intravenosa (IV), concomitantemente a um antibiótico de
espectro aeróbio Gram-negativo apropriado. O tratamento IV deve ser continuado por pelo menos
4 dias e por pelo menos 48 horas após a recuperação da paciente.
Continua-se então o tratamento com o cloridrato de clindamicina cápsulas, administrando-se por
via oral 450-600mg a cada 6 horas até completar 10-14 dias de tratamento total.
Tratamento de amidalite e faringite agudas causadas por estreptococo: cloridrato de
clindamicina 300mg (1 cápsula) 2 vezes ao dia, durante 10 dias.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do
tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
Caso você se esqueça de tomar este medicamento no horário estabelecido pelo seu médico, tome-
o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule a
dose esquecida e tome a próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado
pelo seu médico. Neste caso, não tome uma dose em dobro para compensar doses esquecidas. O
esquecimento da dose pode comprometer a eficácia do tratamento.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-
dentista.

8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): colite
pseudomembranosa (infecção do intestino por bactéria da espécie C. dificille), eosinofilia
(aumento de um tipo de células de defesa no sangue: eosinófilo), diarreia (aumento no número e
na quantidade de fezes eliminadas diariamente), rash maculopapular (erupções de pele), exame
de função hepática anormal (alterações dos testes laboratoriais que avaliam a função do fígado).
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento):
disgeusia (alteração do paladar), dor abdominal, vômito, náusea (enjoo), urticária (alergia de
pele).
Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): eritema
multiforme (manchas vermelhas, bolhas e ulcerações em todo o corpo), pruridos (coceira).
Frequência não conhecida (não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis): colite por
Clostridioides difficile, infecção vaginal, agranulocitose (ausência de células de defesa:
neutrófilos, basófilos e eosinófilos), neutropenia (diminuição de um tipo de células de defesa no
sangue: neutrófilos), trombocitopenia (diminuição das células de coagulação do sangue:
plaquetas), leucopenia (redução de células de defesa no sangue), choque anafilático (reação
alérgica grave, com queda da pressão arterial), reação anafilactoide (reação alérgica grave),
reação anafilática, síndrome de Kounis (quando uma reação alérgica ocorre simultaneamente a
uma síndrome coronariana aguda [bloqueio ou redução do fluxo sanguíneo para o coração - ex.
infarto e/ou dor no peito]), hipersensibilidade (reação alérgica), úlcera esofágica, esofagite
(inflamação do esôfago), incluindo esofagite necrosante (lesão grave no esôfago), icterícia
(coloração amarelada da pele e mucosas por acúmulo de pigmentos biliares), necrólise
epidérmica tóxica (descamação grave da camada superior da pele), síndrome de Stevens-Johnson
(reação alérgica grave com bolhas na pele e mucosas), reação medicamentosa com eosinofilia
(alergia causada por medicamentos que cursa com aumento de um tipo de glóbulo branco) e
sintomas sistêmicos conhecidos como DRESS, pustulose exantemática aguda generalizada
(aparecimento súbito de pequenas bolhas com pus e vermelhidão na pele), angioedema (inchaço
das partes mais profundas da pele ou da mucosa, geralmente de origem alérgica), dermatite
esfoliativa (descamação da pele), dermatite bolhosa (erupções da pele avermelhadas com
pequenas bolhas), vasculite cutânea (inflamação dos vasos sanguíneos da pele), rash
morbiliforme (erupções da pele não elevadas e avermelhadas), exantema intertriginoso e flexural
simétrico relacionado a medicamentos (alergia medicamentosa que causa manchas vermelhas nas
dobras da pele) e lesão renal (nos rins) aguda.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações
indesejáveis pelo uso do medicamento.
Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A
INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

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