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Bula simplificada

Bula de Bevacizumabe

Resumo estruturado baseado na bula oficial registrada na Anvisa.

Medicamentos

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Bula oficial em PDF · Paciente

Documento registrado na Anvisa para Vegzelma

Como Bevacizumabe funciona no organismo?

Da bula oficial · Vegzelma

Vegzelma® é o nome comercial para bevacizumabe, um anticorpo monoclonal humanizado que age reduzindo a
vascularização de tumores. Sem o suprimento de nutrientes que chega por meio dos vasos sanguíneos, o
crescimento dos tumores e de suas metástases é inibido.
O medicamento começa a agir logo após sua administração.

Como usar Bevacizumabe? Qual a dose?

Da bula oficial · Vegzelma

Câncer de mama metastático (CMM)
A dose recomendada de Vegzelma® é de 10 mg/kg de peso corporal administrada a cada duas semanas ou 15
mg/kg de peso corporal administrada a cada três semanas por infusão intravenosa.
Recomenda-se que o tratamento com Vegzelma® seja mantido continuamente até a progressão da doença de base.
Câncer de células renais metastático e / ou avançado (mRCC)
A dose recomendada de Vegzelma® é de 10 mg/kg de peso corporal administrada a cada duas semanas por infusão
intravenosa.
Recomenda-se que o tratamento com Vegzelma® seja mantido continuamente até a progressão da doença de base.
Câncer epitelial de ovário, tuba uterina e peritoneal primário
A dose recomendada de Vegzelma® administrada por infusão intravenosa é a seguinte:
Tratamento em primeira linha: 15 mg/kg de peso, uma vez a cada três semanas, em associação a carboplatina e
paclitaxel, por até seis ciclos de tratamento, seguido pelo uso continuado de Vegzelma® em monoterapia, por 15
meses, ou até progressão da doença ou toxicidade inaceitável, o que ocorrer primeiro.
Tratamento da doença recorrente platino sensível: 15 mg/kg de peso, uma vez a cada três semanas, em combinação
com carboplatina e paclitaxel por 6 ciclos e até 8 ciclos seguido pelo uso continuado de Vegzelma®, em
monoterapia, até a progressão da doença.
Alternativamente, 15 mg/kg a cada 3 semanas quando administrado em combinação com carboplatina e

gencitabina, por seis ciclos (até o máximo de dez ciclos), seguidos do uso contínuo de Vegzelma® como agente
único até a progressão da doença.
Tratamento da doença recorrente platino resistente: 10 mg/kg de peso, uma vez a cada duas semanas, em
associação a um dos seguintes agentes: paclitaxel e topotecana (administrados semanalmente) ou doxorrubicina
lipossomal peguilada. Como alternativa, 15 mg/kg de peso a cada três semanas em associação a topotecana
administrada nos Dias 1-5, a cada três semanas. Recomenda-se que o tratamento seja continuado até a progressão
da doença ou toxicidade inaceitável.
Câncer de colo do útero
Vegzelma® é administrado em associação a um dos seguintes regimes quimioterápicos: paclitaxel e cisplatina ou
paclitaxel e topotecana.
A dose recomendada de Vegzelma® é 15 mg/kg de peso corporal, administrada uma vez a cada três semanas por
infusão intravenosa.
Recomenda-se que o tratamento com Vegzelma® seja mantido continuamente até a progressão da doença de base.
Instruções de dosagens especiais
Uso pediátrico: vide item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”
Insuficiência renal ou hepática: vide item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”
Uso geriátrico: não há recomendações especiais de doses para idosos com idade acima de 65 anos.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Seu médico saberá quando deverá ser aplicada a próxima dose de Vegzelma®.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
O perfil de segurança foi conduzido em pacientes com vários tipos de câncer tratados com bevacizumabe,
predominantemente em combinação com quimioterapia. O perfil de segurança da população clínica de,
aproximadamente, 5.200 pacientes é apresentado neste item.
Os eventos adversos mais graves foram:
• Perfurações gastrintestinais;
• Hemorragia, incluindo hemorragia pulmonar / hemoptise, que é mais comum em pacientes com câncer
de pulmão de não pequenas células;
• Tromboembolismo arterial.
As análises dos dados de segurança clínica sugerem que a ocorrência de hipertensão e proteinúria durante o
tratamento com bevacizumabe são provavelmente dose dependente. Os eventos adversos mais frequentemente
observados em todos os estudos clínicos de pacientes que receberam bevacizumabe foram hipertensão, fadiga
(cansaço) ou astenia (fraqueza), diarreia e dor abdominal.

Quem não deve usar Bevacizumabe?

Da bula oficial · Vegzelma

Não utilize Vegzelma® se for alérgico a qualquer componente do produto ou a outros produtos que contenham
substâncias parecidas com bevacizumabe.
Gravidez e amamentação
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-
dentista.
No período pós-comercialização, foram observados casos de anormalidades em fetos de mulheres tratadas com
bevacizumabe isolado ou em combinação com quimioterápicos embriotóxicos já conhecidos (vide item “8. Quais
os males que este medicamento pode me causar?”).
Se você for mulher com possibilidade de engravidar, siga rigorosamente as orientações do seu médico, para evitar
a gravidez durante o tratamento e durante, pelo menos, seis meses depois da última dose de bevacizumabe.
Este medicamento é contraindicado para uso por mulheres em fase de amamentação.
Uso contraindicado no aleitamento ou na doação de leite humano. Este medicamento é contraindicado
durante o aleitamento ou doação de leite, pois é excretado no leite humano e pode causar reações
indesejáveis no bebê. Seu médico ou cirurgião-dentista deve apresentar alternativas para o seu tratamento
ou para a alimentação do bebê.
Não se sabe se bevacizumabe é excretado no leite humano, mas é muito provável que isso ocorra. Por isso, se
você estiver amamentando, precisará interromper o aleitamento durante o tratamento e até, pelo menos, seis meses

depois da última dose de bevacizumabe.

Quais os cuidados ao usar Bevacizumabe?

Da bula oficial · Vegzelma

Perfurações gastrintestinais e fístula
Pacientes podem estar sob risco aumentado para desenvolvimento de perfuração gastrintestinal e da vesícula biliar,
quando tratados com bevacizumabe. Os pacientes podem ter risco aumentado para o desenvolvimento de fístula
(comunicação anormal entre duas regiões do corpo) entre a vagina e qualquer parte do trato gastrintestinal, quando
tratados com bevacizumabe.
Radiação prévia é um fator de risco para perfuração gastrintestinal e para fístula gastrintestinal-vaginal nos
pacientes tratados com bevacizumabe para câncer de colo do útero persistente, recorrente ou metastático e todos
os pacientes com perfuração gastrintestinal e fístula gastrintestinal-vaginal apresentaram histórico de radiação
prévia.
Fístula não gastrintestinal
Os pacientes podem ter risco aumentado para o desenvolvimento de fístula, quando tratados com bevacizumabe.
Hemorragia
Pacientes tratados com bevacizumabe apresentam risco aumentado de hemorragia, especialmente hemorragias
associadas ao tumor. O bevacizumabe deve ser suspenso em pacientes que apresentarem sangramento durante o
tratamento com bevacizumabe, e, de acordo com o critério médico será definida sua reintrodução. Hemorragia
grave ou fatal, incluindo hemoptise (tosse com sangue), sangramento gastrintestinal, hemorragia do sistema
nervoso central, epistaxe (sangramento nasal) e sangramento vaginal ocorrem até 5 vezes mais frequentemente
em pacientes recebendo bevacizumabe, em comparação à pacientes recebendo apenas quimioterapia.
Baseando-se em diagnósticos por imagens, sinais ou sintomas, pacientes com metástases no sistema nervoso
central (SNC) não tratadas foram rotineiramente excluídos dos estudos clínicos com bevacizumabe. Portanto, o
risco de hemorragia no SNC em tais pacientes não foi avaliado durante o tratamento em estudos clínicos em que
os pacientes foram selecionados aleatoriamente. Os pacientes devem ser monitorados em relação aos sinais e
sintomas de sangramento no SNC, e o tratamento com bevacizumabe deve ser interrompido em caso de
sangramento intracraniano.
Não existe nenhuma informação sobre o perfil de segurança de bevacizumabe em pacientes com tendência
congênita a hemorragias, alteração adquirida da coagulação ou recebendo dose plena de anticoagulantes para
tratamento de tromboembolismo (formação de coágulo dentro de vaso sanguíneo, que pode migrar para outras
regiões do corpo) antes do início do tratamento com bevacizumabe, porque pacientes com essas condições foram
excluídos dos estudos clínicos. Portanto, recomenda-se cautela antes de iniciar o tratamento com bevacizumabe
nesses pacientes. No entanto, pacientes que desenvolveram trombose venosa enquanto tratados com
bevacizumabe não pareceram apresentar incidência aumentada de sangramento, quando tratados com dose plena
de varfarina e bevacizumabe concomitantemente.
Este medicamento pode aumentar o risco de sangramento em caso de dengue ou quando associado a outros
medicamentos que aumentem o efeito hemorrágico.
Infecções oculares graves após uso intravítreo (intraocular) não aprovado (vide item “8. Quais os males
que este medicamento pode me causar?”)
Casos individuais e agrupamentos de eventos adversos oculares graves foram relatados após uso intraocular não
aprovado de bevacizumabe, incluindo endoftalmite infecciosa e outras condições inflamatórias oculares, algumas
levando à cegueira.
Hemorragia pulmonar/hemoptise (expectoração com sangue)
Pacientes com câncer de pulmão de não pequenas células tratados com bevacizumabe podem ter risco de
apresentar hemorragia pulmonar/hemoptise grave e, em alguns casos, fatal.
Hipertensão (pressão alta)
Hipertensão preexistente deve ser adequadamente controlada antes de iniciar o tratamento com bevacizumabe.
Não existem informações sobre o efeito de bevacizumabe em pacientes com hipertensão não controlada no início
do tratamento com bevacizumabe. O monitoramento da pressão arterial é recomendável durante o tratamento com
bevacizumabe.

Na maioria dos casos, a hipertensão foi adequadamente controlada com terapia anti-hipertensiva padrão para a
situação individual do paciente afetado. O bevacizumabe deve ser permanentemente interrompido, se a
hipertensão não puder ser adequadamente controlada com medicamentos anti-hipertensivos ou se o paciente
desenvolver crise hipertensiva ou encefalopatia hipertensiva (alterações neurológicas por causa de pressão alta).
Síndrome da Encefalopatia Posterior Reversível (SEPR)
Houve raros relatos de pacientes tratados com bevacizumabe que desenvolveram sinais e sintomas compatíveis
com os da Síndrome da Encefalopatia Posterior Reversível (SEPR), um raro distúrbio neurológico que pode
apresentar, dentre outros, os seguintes sinais e sintomas: convulsões, dor de cabeça, alteração do nível de
consciência, distúrbio visual ou cegueira por alteração do cérebro, com ou sem hipertensão associada.
Tromboembolismo arterial (formação de coágulo dentro de artéria, que pode migrar para outras regiões
do corpo)
Pacientes que recebem bevacizumabe mais quimioterapia com histórico de tromboembolismo arterial, diabetes
ou idade acima de 65 anos apresentam risco aumentado de desenvolvimento de tromboembolismo arterial durante
o tratamento com bevacizumabe.
Tromboembolismo venoso (formação de coágulo dentro de veia, que pode migrar para outras regiões do
corpo)
Pacientes sob tratamento com bevacizumabe podem estar sob risco de desenvolver tromboembolismo venoso,
incluindo embolia pulmonar (obstrução de vasos sanguíneos do pulmão por coágulos de sangue).
Insuficiência cardíaca congestiva (quando o coração não consegue bombear sangue suficiente para as
necessidades do organismo)
Eventos compatíveis com insuficiência cardíaca congestiva (ICC) foram relatados em estudos clínicos. Os
achados variaram de declínios assintomáticos na fração da ejeção ventricular esquerda à insuficiência cardíaca
congestiva sintomática, exigindo tratamento ou hospitalização.
Deve-se ter cautela ao tratar, com bevacizumabe, pacientes com doença cardiovascular clinicamente significativa,
tais como aqueles que apresentam obstrução ou outras alterações de artérias do coração ou insuficiência cardíaca
congestiva (ICC) preexistente.
A maioria dos pacientes que desenvolveu ICC sofria de câncer de mama metastático e tinha recebido tratamento
prévio com antraciclinas, além de radioterapia prévia na parede do hemitórax esquerdo ou outros fatores de risco,
como doenças preexistentes do coração ou terapia concomitante cardiotóxica.
Em estudos clínicos, nos pacientes que receberam tratamento com antraciclinas e que não receberam antraciclinas
previamente, não foi observado aumento da incidência de todos os graus de ICC no grupo antraciclina +
bevacizumabe em comparação ao grupo em tratamento somente com antraciclinas. Eventos de ICC grau 3 ou
maior foram um pouco mais frequentes entre os pacientes que receberam bevacizumabe mais quimioterapia em
comparação aos pacientes que recebem somente quimioterapia. Esse resultado é consistente com os ocorridos em
pacientes em outros estudos de câncer de mama metastático que não receberam tratamento com antraciclinas
concomitantemente.
Neutropenia
Foram observados mais casos de neutropenia (redução do número de neutrófilos, que são glóbulos brancos e
responsáveis principalmente pela defesa do organismo contra as bactérias), com ou sem febre, e casos de infecção
associados à redução de neutrófilos (incluindo alguns óbitos) em pacientes tratados com alguns regimes de
quimioterapia mielotóxicos (tóxicos para a medula óssea) associados ao bevacizumabe que entre os tratados com
quimioterapia sem adição de bevacizumabe.
Cicatrização
O bevacizumabe pode alterar o processo de cicatrização. Foram relatadas graves complicações na cicatrização
com consequências fatais.
Você não deve iniciar o tratamento com bevacizumabe, caso tenha se submetido, nos últimos 28 dias, à cirurgia
de grande porte ou se apresenta ferida cirúrgica que não esteja completamente cicatrizada.
Raramente pode ocorrer fasciite necrosante (infecção rara nas camadas profundas da pele) em pacientes tratados
com bevacizumabe. Ela é geralmente secundária a complicações no processo de cicatrização, perfuração
gastrintestinal ou formação de fístula.
Proteinúria (proteínas na urina)

Em estudos clínicos, surgiram mais casos de proteinúria em pacientes que receberam bevacizumabe em
combinação com quimioterapia que nos que receberam apenas quimioterapia. Em caso de síndrome nefrótica, o
tratamento com deve ser permanentemente descontinuado.
Reações de hipersensibilidade (reação intensa e inadequada do sistema imunológico), anafiláticas e
relacionadas à infusão
Os pacientes podem ter risco de desenvolver reações à infusão, de hipersensibilidade e anafiláticas (incluindo
choques anafiláticos). Por isso, o paciente precisa ser observado cuidadosamente durante e após a administração
de bevacizumabe. Caso alguma reação anafilática ocorra, a infusão deve ser permanentemente interrompida, e
medidas clínicas apropriadas devem ser aplicadas.
Se uma reação relacionada à infusão ocorrer, o tratamento deve ser interrompido temporariamente até a resolução
dos sintomas. A descontinuação permanente deve acontecer em casos de reação severa (grau ≥ 3) relacionada à
infusão.
Insuficiência ovariana/fertilidade
O bevacizumabe pode prejudicar a fertilidade feminina. Dessa forma, antes de iniciar o tratamento com
bevacizumabe, estratégias de preservação da fertilidade devem ser discutidas com seu médico se você tiver
potencial de engravidar.
Contracepção
Em mulheres com potencial para engravidar, devem ser utilizadas medidas contracetivas adequadas durante o
tratamento com bevacizumabe. Com base nas considerações farmacocinéticas, devem ser utilizadas medidas
contraceptivas durante, pelo menos, 6 meses após a última dose de bevacizumabe.
Uso geriátrico
A idade acima de 65 anos está associada a risco aumentado de problemas vasculares arteriais, incluindo derrame
cerebral e infarto, durante o tratamento com bevacizumabe.
Uso pediátrico
A eficácia e a segurança de bevacizumabe em pacientes pediátricos e adolescentes com idade abaixo de 18 anos
não foram estabelecidas.
O bevacizumabe não é aprovado para uso em pacientes abaixo de 18 anos. Em relatórios publicados, foram
observados casos de osteonecrose (destruição de tecido ósseo) em outros locais além da mandíbula, em pacientes
abaixo de 18 anos expostos ao bevacizumabe .
Pacientes com funcionamento inadequado do fígado ou dos rins
A eficácia e a segurança de bevacizumabe em pacientes com funcionamento inadequado do fígado ou rins não
foram estudadas.
Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas
Não foram realizados estudos sobre a capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas. No entanto, não existe
nenhuma evidência de que o tratamento com bevacizumabe resulte em aumento dos eventos adversos que possam
prejudicar a capacidade mental ou levar ao comprometimento da capacidade de dirigir veículos ou operar
máquinas.

Quais os efeitos colaterais de Bevacizumabe?

Da bula oficial · Vegzelma

diferentes regimes de quimioterapia em múltiplas indicações, que ocorreram com pelo menos 2% ou 10% de

Bevacizumabe interage com outros medicamentos?

Da bula oficial · Vegzelma

Não houve diferenças clinicamente relevantes nem estatisticamente significantes na depuração de bevacizumabe
em pacientes que receberam bevacizumabe em combinação com alfainterferona 2a, erlotinibe ou quimioterapias
(IFL, 5-FU/LV, carboplatina-paclitaxel, capecitabina, doxorrubicina ou cisplatina/gencitabina), quando
comparado a pacientes que receberam monoterapia de bevacizumabe.
Resultados de estudos de interação medicamentosa demonstraram que bevacizumabe não altera de forma
significativa a farmacocinética da alfainterferona 2a, erlonitibe (e seu metabólito ativo), do irinotecano (e seu
metabólito), da capecitabina, da oxaliplatina e da cisplatina.
Não foi possível estabelecer uma conclusão sobre o impacto de bevacizumabe na farmacocinética da gencitabina.
Combinação de bevacizumabe com maleato de sunitinibe
Em dois estudos clínicos de carcinoma de células renais metastático, foi relatada anemia hemolítica
microangiopática (AHMA) em sete dos 19 pacientes tratados com bevacizumabe (10 mg/kg, a cada duas semanas),

em combinação com maleato de sunitinibe (50 mg por dia).
AHMA é uma doença hemolítica que pode se apresentar com fragmentação de glóbulos vermelhos, anemia e
trombocitopenia. Adicionalmente, hipertensão (incluindo crise hipertensiva), creatinina elevada e sintomas
neurológicos foram observados em alguns desses pacientes. Todos esses achados foram reversíveis com a
descontinuação de bevacizumabe e maleato de sunitinibe.
Radioterapia
A segurança e a eficácia da administração concomitante da radioterapia e bevacizumabe não foram estabelecidas.
Até o momento, não há informações de que bevacizumabe possa causar doping. Em caso de dúvida, consulte o
seu médico.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Como guardar Bevacizumabe?

Da bula oficial · Vegzelma

Antes de aberto, Vegzelma® deve ser mantido em refrigerador, em temperaturas de 2 a 8 ºC, protegido da luz até
o momento da utilização. O profissional da saúde saberá como armazenar o medicamento depois de aberto.
NÃO CONGELAR. NÃO AGITAR.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido.
Guarde-o em sua embalagem original.
A estabilidade química e física durante a utilização foi demonstrada durante um período de até 60 dias entre 2°C
e 8°C após a diluição e durante um período de até 7 dias a uma temperatura não superior a 30°C em solução para
injetáveis de cloreto de sódio 9 mg/mL (0,9%). Do ponto de vista microbiológico, o produto deve ser utilizado
imediatamente. Se não for utilizado imediatamente, a duração e as condições de conservação após a preparação
são de responsabilidade do utilizador, não devendo ser superiores a 24 horas entre 2°C e 8°C, exceto se a diluição
ocorrer em condições de assepsia, controladas e validadas.
Vegzelma® em seu frasco-ampola original é um líquido estéril incolor ou de coloração levemente castanho-clara.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Descarte de medicamentos não utilizados e/ou com data de validade vencida
O descarte de medicamentos no meio ambiente deve ser minimizado. Os medicamentos não devem ser descartados
no esgoto, e o descarte em lixo doméstico deve ser evitado. Utilize o sistema de coleta local estabelecido, se
disponível.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Este medicamento é de uso hospitalar e deve ser preparado por um profissional da saúde, de maneira asséptica
(livre de microrganismos), misturado com soro fisiológico para infusão intravenosa antes de ser administrado.
Este medicamento deve ser aplicado exclusivamente por profissionais treinados e habilitados para administrá-lo.
Seu médico conhece os detalhes da administração e poderá lhe fornecer todas as informações necessárias.
Câncer colorretal metastático (CCRm)
Tratamento de primeira linha
Quando administrado em combinação com 5-fluorouracil/leucovorin; 5-fluorouracil/leucovorin e irinotecano ou
5-fluoracil/leucovorin e oxaliplatina, a dose recomendada de Vegzelma® é de 5 mg/kg de peso corporal
administrada uma vez a cada 2 semanas, mantido continuamente até a progressão da doença de base ou até que
ocorra a toxicidade inaceitável.
Quando administrado em combinação com capecitabina e oxaliplatina, a dose recomendada de Vegzelma® é de
7,5 mg/kg de peso corporal administrada uma vez a cada 3 semanas, mantido continuamente até a progressão da
doença de base ou até que ocorra a toxicidade inaceitável.

Tratamento de segunda linha sem utilização prévia de Vegzelma®
Quando administrado em combinação com 5-fluorouracil e leucovorin, seguido de 5-fluorouracil com oxaliplatina,
a dose recomendada de Vegzelma® é de 10 mg/kg de peso corporal administrada uma vez a cada 2 semanas ou
15 mg/kg de peso corporal administrada uma vez a cada 3 semanas, mantido continuamente até a progressão da
doença de base ou até que ocorra a toxicidade inaceitável.
Tratamento de segunda linha com utilização prévia de Vegzelma®
Quando administrado em combinação com fluoropirimidina/irinotecano ou fluoropirimidina/oxaliplatina, a dose
recomendada de Vegzelma® é de 5 mg/kg de peso corporal administrada uma vez a cada 2 semanas ou 7,5 mg/kg
de peso corporal administrada uma vez a cada 3 semanas, nos pacientes previamente tratados com Vegzelma® em
primeira linha de tratamento, mantido continuamente até a nova progressão da doença de base ou até que ocorra
a toxicidade inaceitável.
A quimioterapia utilizada no tratamento de segunda linha com utilização prévia de Vegzelma® deve ser diferente
daquela utilizada para o tratamento de primeira linha.
Câncer de pulmão de não pequenas células avançado, metastático ou recorrente
Tratamento de primeira linha de câncer de pulmão de não pequenas células em combinação com quimioterapia à
base de platina
Vegzelma® é administrado em associação com quimioterapia à base de platina, em até seis ciclos de tratamento,
seguidos de Vegzelma® em monoterapia até progressão da doença.
A dose recomendada de Vegzelma®, quando usado em associação com quimioterapia à base de cisplatina, é de
7,5 mg/kg de peso corporal, administrada uma vez a cada três semanas, por infusão intravenosa.
A dose recomendada de Vegzelma®, quando usado em associação com quimioterapia à base de carboplatina, é de
15 mg/kg de peso corporal, administrada uma vez a cada três semanas, por infusão intravenosa.
Recomenda-se que o tratamento com Vegzelma® seja mantido continuamente até a progressão da doença de
base.
Tratamento de primeira linha de câncer de pulmão de não pequenas células com mutações ativadoras de EGFR
em combinação com erlotinibe
A dose recomendada de Vegzelma®, quando usado em associação com erlotinibe, é de 15 mg/kg de peso corporal
administrada uma vez a cada três semanas, por infusão intravenosa.
Recomenda-se que o tratamento de Vegzelma® em associação com erlotinibe seja mantido até a progressão da
doença.

Medicamentos com Bevacizumabe

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